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Cuiabá MT, Segunda-feira, 22 de Junho de 2026

MUNDO
Sábado, 24 de Outubro de 2009, 00h:34

EUA

Otan apoia planos para escudo antimísseis

O escudo, que tem o objetivo de defender o Ocidente de ameaças de países como o Irã, vai fornecer proteção aos americanos e europeus contra uma "ameaça real"

O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Anders Fogh Rasmussen, disse ontem que a entidade recebeu bem os planos do presidente dos EUA, Barack Obama, de implantar um sistema de defesa antimísseis na Europa e espera que os membros do grupo o aceitem também. Segundo Rasmussen, o escudo antimísseis de Obama, que tem o objetivo de defender o Ocidente de ameaças de países como o Irã, vai fornecer proteção aos americanos e europeus contra uma "ameaça real". As declarações do secretário foram dadas após a reunião com o secretário de Defesa americano, Robert Gates, na qual foi apresentada a proposta de Obama para reconfigurar o sistema antimísseis da era Bush. O encontro foi realizado em Bratislava, na Eslováquia. A República Checa foi o primeiro país a apoiar os novos planos de Obama. O primeiro-ministro do país, Jan Fischer endossou a proposta americana ao dizer que seu país está "pronto para participar" do processo, que envolve interceptadores de média e curta distância. O vice-presidente dos EUA, Joe Biden, anunciou que enviará especialistas a Praga em novembro para iniciar as discussões. ENERGIA LIMPA O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, visitou ontem o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (conhecido por suas iniciais em inglês, MIT) disposto a retomar a discussão sobre o uso de fontes de energia limpa. Obama afirmou que os US$ 80 bilhões destinados à energia como parte de um pacote de estímulo de US$ 787 bilhões por ele aprovado no início do ano farão com que "o maior investimento em energia limpa da história não apenas ajude a encerrar esta recessão, mas também a estabelecer as fundações de uma prosperidade duradoura", declarou a mestres do MIT, políticos e líderes empresariais locais. "Há quem vá alegar que a adoção de energia limpa destruirá nossa economia, mas sem perceber que o sistema empregado por nós atualmente coloca em risco nossa prosperidade e nos impede de criar milhões de novos empregos", afirmou Obama. O pacote de estímulo prevê investimentos em tecnologia elétrica para veículos híbridos, aperfeiçoamento da eficiência energética e o fomento a fontes renováveis de energia, como aquela proveniente do vento e do sol. Obama tem prometido reduzir rapidamente os índices de emissão de gases causadores do efeito estufa em seu país, rompendo com a política de seu antecessor, George W. Bush.

Edição EDIÇÃO 16967




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