Cumprimos o dever de relembrar aos estudiosos da Série de Divulgação, a coincidência que surgiu com os dois acontecimentos relacionados com a História da formação do Brasil e da fundação material da prodigiosa Obra do Prof. Henrique José de Souza. O grande e eminente catequizador Padre Anchieta, após ter cumprido sua honrosa Missão junto aos Índios, em Itaparica-Bahia, rumou para o local onde, hoje, repousa a capital fluminense - Niterói - Brasil. Em Niterói localizou-se no local denominado de São Lourenço. Pois, o nome, São Lourenço, também, está relacionado com a nossa Obra e com a Vida do Prof. Henrique José de Souza. Em Niterói, onde era o pouso anchietano, com seus índios, há uma rua com este valioso nome (São Lourenço). Pois bem, o Prof. Henrique José de Souza, aos 24 dias do mês de junho de 1899, acompanhado de nobres membros da Família luso-brasileira, tentou lançar em Terras Itaparicanas, a Semente da Obra do Supremo Arquiteto, glorificando o Brasil. Sim, ele, auxiliado por ilustres Barões, componentes das velhas Ordens do Velho Século, firmou as bases para que mais tarde pudesse eclodir a Obra preparadora do Advento do Novo Ciclo de Aquarius simbolizando os Avataras do Ciclo vigente. E a pedra fundamental do Ciclo foi lançada em Ilhota-Ilha de Itaparica, Salvador, Bahia, Brasil. Mais tarde, depois de uma vida turbulenta, eivada de sofrimentos, a Barca do Humano destino, o fez aportar, também, na Cidade de Niterói. Em Niterói, com o auxílio dos Jinas do Brasil, elementos que representam a natureza viva, a parte dinâmica do Novo Ciclo, da Sexta Ronda (tal como diriam os teósofos), realizaram uma série de fenômenos estranhos para o leigo, chamado de milagres e chamando a atenção do público brasileiro para o Movimento Cultural Espiritualista Eubiótico que estava surgindo nas velhas Terras de Araribóia vizinho, por sua vez, de Yet Baal primogênito de Badezir, repetimos: YET BAAL, primogênito de Badezir, bazir... Brasil... De modo que, por Lei Causalidade, em Niterói à rua Santa Rosa, 426, aos 10 dias do mês de agosto de 1924, domingo, às 15:00 horas, dia de São Lourenço, e valioso Manú Lourenço Prabasha Dharma, lançou em terra fluminense a Pedra Fundamental da Obra do Eterno em humana expressão e que no ponto de vista material, civil, usando, como foi dito, designação de Dhâranâ... Acerca da sublime Efeméride de 10 de agosto de 1924, o Prof. Henrique José de Souza, num opúsculo escreveu: 10 de agosto, fundação material, três anos depois da primeira (fundação espiritual) na cidade de Niterói, estreitamente ligada a Obra. E isto, através dos mais desconcertantes fenômenos, o grande catequizador Anchieta completa em Niterói, ao lado dos Índios, aquilo que iniciou na Ilha de Itaparica, como Reduto dos Tupinambás, Itaparica, Berço da Civilização Brasileira . Pelo que compreendemos através dos ensinamentos do Prof. Henrique, a fundação do maitreísmo e akdorgeano movimentos que obedeceram a um plano elaborado cuidadosamente, pelo Eterno e executado pelo Supremo Arquiteto do Universo. O fundador da Sociedade Teosófica Brasileira, em seus estudos, fez referência as duas expressões avatáricas: Apavanadéva e Mitra-Déva. Os Puranas usam o termo Devapis ou Déva-Piscis. Dévapis - sábio sânscrito da Raça dos Kurus que, juntamente com outro sábio (Moruú) acredita-se que tenha vivido durante quatro grandes Idades, até a vinda de Maitreya, o Buda, o Kalki (o último Avatara de Vishnu); que como todos os Salvadores do Mundo, em sua posterior aparição, como Sossiosh do zoroastrismo é o mesmo Jinête do Apocalipse de São João, que apareceu ou aparecerá montado num cavalo branco. Acredita-se que Dévapis e Moru vivem num retiro do Himalaia, denominado de Kalapa ou Katapa ou seja, o Mundo dos Jinas de Roso de Luna. A Doutrina Secreta de H.P.Blavatsky fez menção aos Budas: Semente e Colheita. Pelos conhecimentos ministrados pelo Prof. Henrique José de Souza há, realmente dois Budas: um expressando a Revelação dos Ciclos, senão, a Filosofia do futuro, os ensinamentos do vir a ser. O ato da cristalização do Poder Inspirador Universal, chamêmo-lo de Buda Mercúrio, de Buda Celeste, o Filho de Deus. O outro, expressando a experiência Humana, os princípios conquistados pelos Homens, através dos Sistemas, das Cadeias, dos Globos, das Raças, das Civilizações, o qual representa, ainda, a síntese da evolução dos Seres de nosso Sistema, e possui o primoroso nome de Buda Terreno. Sim, Aquele que aparecerá no Mundo no próximo século à guisa de Supremo Arquiteto do Universo. Um Adepto da Quinta Linha, da Quinta Linhagem, teve ocasião de dizer ou usar as palavras: A fundação espiritual da Obra do Prof. Henrique José de Souza, na Montanha Sagrada de São Lourenço, Minas Gerais, no dia 28 de Setembro de 1921, corresponde uma anunciação da vinda do Buda Celeste, o Poder Inspirador Universal, simbolizando as futuras Rondas, as futuras Civilizações; a data de fundação material, com a vibração do Adepto R.:. M.:., em 10 de agosto de 1924, corresponde a anunciação do Buda Terreno... Sim, o valor sintético de esforço humano desde o início das coisas até o presente Ciclo. Por isso ambos deverão surgir no Mundo dos Homens nesse período - o interregno de um ciclo para o outro ... em plena vigência do Oitavo Ramo Racial, sim, um ciclo Manúsico para dar início a outro ... Ambos representam a manifestação do Espírito de Verdade, em dois aspectos à guisa da polaridade: um expressando a materialização do Espírito de Verdade, agindo entre os homens e o outro a sublimação da experiência humana, ascendendo para o citado Espírito de Verdade. Na simbologia humana digo: na simbologia Cabalística, são as duas Faces do Avô do Universo, do Ancião das Idades, manifestadas como Ideia e como Realizações; a Face do Rigor e a Face da Misericórdia, o Senhor de Barbas brancas e o Senhor de Barbas negras posto que os gregos primitivos denominavam de Teotrim Celeste e Teotrim Terreno. Sim, duas datas fundadoras que representam as Bibliotecas das Maravilhas Universais, principalmente, no ponto de vista Iniciático. Este Movimento representa, ainda, três Ciclos do Futuro, por isso o Prof. Henrique teve de designá-lo de Escola, Teatro e Templo, senão a Transformação dos acontecimentos, a Superação dos Ciclos e Sublimação do Trabalho do elemento Humano que está em evolução. Coluna Eubiose: Todas as quarta-feiras. Copyright© Sociedade Brasileira de Eubiose® - SBE Todos os direitos reservados. Proibida alteração no texto. Permitida a reprodução, desde que sejam citados fonte e autor. Matéria extraída da Série Divulgação da Sociedade Brasileira de Eubiose SBE. www.eubiose.org.br e www.mosaicosdonovociclo.com.br e
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