ILUSTRADO
Quarta-feira, 20 de Março de 2013, 20h:50
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17ª EDIÇÃO
O Festival Amazonas de Ópera
Falta menos de um mês para a largada do já tradicional Festival Amazonas de Ópera, que chega à sua 17ª edição neste ano. Com início em 14 de abril, o evento se estende até 23 de maio, com 33 apresentações, entre óperas completas e em concerto, recitais, operetas, convivências e o clássico concerto do Dia das Mães. O evento foi anunciado na segunda-feira (18), oficialmente, pela Secretaria de Cultura do Estado. Com um orçamento de R$ 4,5 milhões, sendo que R$ 3,5 milhões do governo estadual e o restante da iniciativa privada, o Festival homenageia neste ano três grandes nomes da música universal: Richard Wagner (maestro, compositor, diretor de teatro e ensaísta alemão) e Giuseppe Verdi (compositor de ópera italiano), pelas comemorações de seus bicentenários, e Benjamin Britten (compositor, maestro e pianista britânico), por seu centenário. Uma novidade desta edição será a apresentação de um concerto com músicas do grupo britânico de rock Queen. O concerto-show será da responsabilidade do Madrigal da Casa de Música Ivete Ibiapina, instituição de Manaus, que é formado por violino elétrico, bateria e piano. A apresentação será no dia 3 de maio, no Teatro da Instalação, no centro da cidade. No repertório estão 23 músicas do grupo inglês, entre elas sucessos como We Are The Champions, I Want to Break Free e Bohemian Rhapsody. A ópera é a síntese de todas as artes e permite dialogar com todas as outras manifestações, inclusive com o rock, disse o secretário de Cultura do Amazonas e também diretor geral do Festival, Robério Braga. Entres os destaques da programação estão montagens de óperas de Janacek, Wagner e Johann Strauss. Voltada para o público infantil, Aventuras da Raposa Astuta, de Leos Janacek, terá solistas amazonenses infantis, numa montagem lúdica e realista; Parsifal, obra-prima de Richard Wagner, terá montagem mais contemporânea com três atos, dois intervalos e duração de cinco horas; e O Morcego, de Johann Strauss Filho, que será encenada e cantada em português no Largo São Sebastião, com produção totalmente local, encerrando o festival.