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Cuiabá MT, Segunda-feira, 22 de Junho de 2026

ILUSTRADO
Sábado, 15 de Março de 2014, 13h:38

HOLOFOTE

Homeland Brasil

Homeland Brasil A bipolar agente da CIA Carrie Mathinson, da premiada “Homeland” vai passar umas férias no Brasil. É o que dá para depreender da mais recente notícia em torno da intrincada história sobre os EUA, sua guerra ao terror e sua caça a terroristas. Mais assassinatos, paranoia e propaganda. É o que confirmou na sexta Gideon Raff, criador da série original israelense (vai dizer que tu não sabia que a americana era um remake?). Hatufim A série israelense “Hatufim” (“Prisoners of Wars”, traduzido do hebraico pro inglês), que originou “Homeland”, teve os direitos vendidos à produtora Mixer, que desenvolve a versão nacional. A informação foi dada pelo mesmo Gideon Raff, que também é produtor-executivo da versão americana, sexta, no Rio. Embrião Segundo Eliane Ferreira, diretora de conteúdo e negócios da Mixer, o projeto está em fase embrionária, de adaptação e desenvolvimento. Esta é a segunda série israelense que ganha versão nacional -- o mesmo aconteceu com “Sessão de Terapia”, originada de “Be Tipul”. Raff até agora não tem participação. Tema? A grande dúvida será sobre que tema será nossa versão. O próprio Raff diz que “Prisioners of Wars/Homeland” é uma série que necessita de conteúdos locais para funcionar. Talvez seja justamente esse o maior desafio da versão nacional, pela escassez de prisioneiros de guerra e terroristas não são nenhuma obsessão local. Nos EUA A versão mais famosa narra a volta de um fuzileiro naval feito prisioneiro pela Al Qaeda e a desconfiança de uma agente da CIA sobre sua integridade patriótica. “Nos Estados Unidos, fazia sentido ter uma personagem bipolar, que não sabemos se podemos confiar. É uma alegoria sobre o governo”, diz Gideon Raff.

Edição EDIÇÃO 16967




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