Homeland Brasil A bipolar agente da CIA Carrie Mathinson, da premiada Homeland vai passar umas férias no Brasil. É o que dá para depreender da mais recente notícia em torno da intrincada história sobre os EUA, sua guerra ao terror e sua caça a terroristas. Mais assassinatos, paranoia e propaganda. É o que confirmou na sexta Gideon Raff, criador da série original israelense (vai dizer que tu não sabia que a americana era um remake?). Hatufim A série israelense Hatufim (Prisoners of Wars, traduzido do hebraico pro inglês), que originou Homeland, teve os direitos vendidos à produtora Mixer, que desenvolve a versão nacional. A informação foi dada pelo mesmo Gideon Raff, que também é produtor-executivo da versão americana, sexta, no Rio. Embrião Segundo Eliane Ferreira, diretora de conteúdo e negócios da Mixer, o projeto está em fase embrionária, de adaptação e desenvolvimento. Esta é a segunda série israelense que ganha versão nacional -- o mesmo aconteceu com Sessão de Terapia, originada de Be Tipul. Raff até agora não tem participação. Tema? A grande dúvida será sobre que tema será nossa versão. O próprio Raff diz que Prisioners of Wars/Homeland é uma série que necessita de conteúdos locais para funcionar. Talvez seja justamente esse o maior desafio da versão nacional, pela escassez de prisioneiros de guerra e terroristas não são nenhuma obsessão local. Nos EUA A versão mais famosa narra a volta de um fuzileiro naval feito prisioneiro pela Al Qaeda e a desconfiança de uma agente da CIA sobre sua integridade patriótica. Nos Estados Unidos, fazia sentido ter uma personagem bipolar, que não sabemos se podemos confiar. É uma alegoria sobre o governo, diz Gideon Raff.