Pentacampeão do mundo com a seleção brasileira, Denílson chega valorizado à Copa do Mundo deste ano. Será a primeira dele na Globo, de onde é contratado desde o começo de 2025. Mas, segundo conta, isso quase não aconteceu, devido ao interesse de outras empresas.
No final do ano passado, Amazon e CazéTV chegaram a procurá-lo. "Eu fiz um contrato de um ano com a Globo. Queria ver se eles se adaptavam a mim, e eu a eles. Eles sempre quiseram um contrato mais longo", afirma à coluna. "Nesse tempo, fui muito procurado, graças a Deus. Mas aí, veio a proposta da Globo para renovar."
Denílson diz que se tornar comentarista dos jogos da seleção brasileira foi um diferencial para ele decidir ficar na emissora. "O convite veio em uma churrascaria no Rio de Janeiro. Eu fiquei me perguntando se estava pronto para aceitar e pedi para pensar", comenta. "Na mesma semana, aceitei, após conversar com minha família."
Nas partidas do Brasil na Copa, Denílson estará no time de Everaldo Marques, Júnior, Cristiane Rozeira e Ana Thaís Matos. Ao mesmo tempo, vai opinar sobre as partidas que serão narradas do Brasil, junto com Alex Escobar e Fred Bruno.
"Essa Copa é uma construção e o meu auge como comunicador", avalia. "Estou nessa faz 16 anos. Vai ser a Copa que mais me preparei para estar à altura. Tenho visto jogos, estudado muito. Claro, Curaçao é mais difícil. Mas o Haiti não vai ser um jogo fácil, por exemplo."
Durante o torneio, Denílson também espera deixar de vez o lado "amigo dos boleiros" com quem ficou conhecido no período em que ficou no Jogo Aberto, apresentado por Renata Fan na Band. Ele quer ser levado a sério como comentarista.
"Eu sou uma cria da Band, não tenho vergonha de dizer isso, mas foi bom sair para ampliar minha visão, ver como estava o mundo fora de lá", afirma. "Eu sei que eu entendo de futebol e quero passar esse conhecimento de forma simples, popular."




