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Sábado, 05 de Abril de 2025, 06h:06

CELEBRIDADES

Angelina Jolie visita ONG de imigrantes e refugiados na zona leste de SP

Atriz ficou 90 minutos no Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante, localizado no Tatuapé

KARINA MATIAS
Da Folhapress - São Paulo
Angelina Jolie ao lado do fundador e diretor da ONG, Paulo Ille, visita o espaço de atendimento a imigrantes e refugiados

A atriz Angelina Jolie visitou, na manhã desta sexta (4), o Centro de Direitos Humanos e Cidadania do Imigrante (CDHIC), ONG localizada no Tatuapé, na zona leste de São Paulo.
A artista chegou no local por volta das 10h. A previsão era a de que ela ficasse por cerca de 20 minutos. Mas a sua permanência se estendeu, e Angelina ficou no espaço por cerca de 1 hora e meia.

Segundo o fundador e diretor-executivo do CDHIC, Paulo Illes, ela conversou com pessoas atendidas pela instituição e também com lideranças afegãs, bolivianas, camaronesas e de outros países que são parte do movimento dos imigrantes em São Paulo.
"Ela foi muito acolhedora, quis ouvir as pessoas e se comprometeu a colocar a sua visibilidade e a sua influência para ajudar a melhorar as políticas para refugiados no mundo", diz Paulo. Alguns dos imigrantes que estavam no local se emocionaram com a presença da atriz.
A deputada estadual por São Paulo Thainara Faria (PT) estava presente e disse nas redes sociais que foi "uma honra conhecer uma pessoa tão generosa e realmente empenhada em causas humanitárias".
"Angelina ouviu atentamente histórias de mulheres refugiadas e compartilhou experiências", afirmou a parlamentar.
A atriz veio ao Brasil para visitar a aldeia Piaraçu, na Terra Indígena Capoto-Jarina, perto do Parque Indígena do Xingu, em Mato Grosso, e conversou com Raoni Metuktire, conhecido como cacique Raoni, na quarta-feira (2).
Ela é acompanhada no país pelo biólogo e ativista do meio ambiente Rodrigo Medeiros, da organização ambiental Re:wild. O economista Jânio Quadros Neto ajudou na intermediação da visita de Angelina ao CDHIC.
A ONG atende entre 10 mil e 12 mil imigrantes e refugiados por ano dando orientação em diferentes áreas, como diretrizes para conseguir documentação e fazer denúncia de violações e tratamento de casos de exploração e trabalho forçado. O espaço também oferece cursos de língua portuguesa, programas de capacitação e oficinas de empreendedorismo.


Edição EDIÇÃO 16956




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