Valeskinha confia na vitória e na vaga para a grande final
Valeskinha é do tempo em que o atual Unilever/Rio de Janeiro tinha sede em Curitiba e atendia pelo nome de Rexona. Aos 34 anos, a meio de rede já se tornou referência de longevidade em alto nível, sendo a única remanescente em quadra da geração de 1997 que iniciou o ousado projeto liderado por Bernardinho e bancado por uma multinacional holandesa, com o intuito de fazer frente às maiores forças da Superliga Feminina de Vôlei. Só não imaginava que os frutos viessem tão rápido, com o título logo na primeira temporada, encerrada em meados do ano seguinte, na final contra o sobre o extinto Leites Nestlé/Sorocaba (SP), que tentava o tri. Treze edições da competição se foram desde então e o time de Valeskinha tem hoje, às 9h, contra o Pinheiros/Mackenzie, no Maracanãzinho, a chance de garantir lugar em mais uma disputa de título, a décima da equipe carioca, que sonha ser heptacampeã. Depois de vencer o primeiro jogo, na capital paulista, por 3 a 0, o Rio de Janeiro volta a enfrentar o Pinheiros/Mackenzie, no Maracanãzinho, e, em caso de vitória, fechará a série melhor de três semifinal.