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ESPORTES
Quinta-feira, 07 de Março de 2013, 22h:34

LIBERTADORES

São Paulo falha e permite o empate

A equipe paulista chegou a estar vencendo no primeiro tempo, mas permitiu o empate da fraca equipe argentina na fase complementar

O São Paulo voltou a sofrer em um jogo de Libertadores. Com dificuldades em lidar com a catimba argentina, os comandados de Ney Franco ficaram apenas no 1 a 1 com o Arsenal de Sarandí, time que, até então, não tinha somado ponto e ainda vinha de uma derrota de 5 a 2 para o Atlético-MG dentro de casa. O resultado estraga os planos da comissão técnica são-paulina, que pretendia terminar o primeiro turno com duas vitórias dentro de casa. Se, na última quinta-feira, na vitória por 2 a 1 contra o The Strongest, o São Paulo enfrentou problemas na hora de criar as jogadas, desta vez, no Estádio do Pacaembu, o time até criou, mas parou na trave em várias vezes. O gol, aliás, contou com a colaboração do travessão. Jadson enfiou a pancada após passe de calcanhar de Aloísio e viu a bola triscar no pau. O empate foi alcançado no início do segundo tempo, com Benedetto convertendo pênalti cometido por Cortez. Irritada a torcida já ensaiava gritos chamando o Arsenal de timinho e os argentinos de todos os tipos de xingamento. Até que, aos 47 minutos, Jadson conseguiu furar o bloqueio. O camisa 10 recebeu a bola de Aloísio, que acreditou em bola até o último centímetro e pisou de calcanhar. O meia bateu de primeira e ainda viu a bola acertar o travessão antes de comemorar. Na saída de bola, o juiz nem deu tempo para mais nada e apitou o fim da etapa inicial. No segundo tempo, o técnico do Arsenal resolveu promover duas mudanças. Perez e Luguercio saíram para as entradas de Ortiz e Benedetto. Os dois ainda se adaptavam ao jogo, quando o árbitro colombiano marcou pênalti por mão de Cortez dentro da área. Na batida, Benedetto encheu o pé no canto esquerdo de Rogério Ceni e não deu chances para o goleiro, empatando o marcador. A resposta de Ney Franco ao empate foi imediata. Ele colocou Paulo Henrique Ganso no lugar de Fabrício, para o delírio da torcida. A mudança, no entanto, não surtiu efeito. O que voltou a acontecer dentro de campo foi a catimba argentina. Os argentinos voltaram a usar de faltas e de valorização em jogadas para deixar o relógio correr mesmo com a bola parada. SÃO PAULO – 1 Rogério Ceni; Douglas, Lúcio, Rafael Toloi e Cortez; Wellington (Cañete), Fabrício (Ganso) e Jadson; Aloísio (Maicon), Osvaldo e Luis Fabiano. Técnico: Ney Franco ARSENAL – 1 Campestrini; Gerlo, Cuesta, Braghieri e Pérez (Ortiz); López, Marcone, Luguercio (Benedetto) e Carbonero; Rolle (Torres) e Furch. Técnico: Gustavo Alfaro Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP) Árbitro: Wílmar Roldán Pérez (COL) Assistentes: Humberto Clavijo (COL) e Eduardo Díaz (COL) Gols: Jadson, aos 47 minutos do primeiro tempo e Benedetto, aos quatro minutos do segundo tempo Público: 25.814 pagantes Renda: R$ 1.192.655,00

Edição EDIÇÃO 16967




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