Após uma derrota sofrida por 2 a 1 para Independiente del Valle na quarta-feira, o Botafogo enfrentou uma maratona intensa para voltar ao Rio de Janeiro. Com quase três horas e meia de atraso, o clube de General Severiano desembarcou na capital carioca. Aproximadamente duas horas depois de deixar Quito, a delegação botafoguense teve que voltar para o Equador, porque o governo do Peru não autorizou a entrada do voo fretado no seu espaço aéreo. Com isso, os botafoguenses tiveram que ficar cerca de uma hora parados em Guayaquil dentro do avião. A aeronave foi abastecida e a tripulações traçou uma nova rota para chegar ao Aeroporto Tom Jobim. Até que a autorização foi cedida e finalmente eles chegaram ao Rio cansados e abatidos com a derrota na Copa Libertadores. Em campo, o Botafogo acabou derrotado por 2 a 1 pelo Independiente Del Valle nesta quarta-feira e mostrou indignação com a arbitragem. A reclamação gira em torno das expulsões de Bolívar e Edílson, além da não marcação de possíveis faltas cometidas pelo time mandante. Árbitro ruim - O Botafogo encontrou bastante dificuldade ao encarar o Independiente del Valle. Apesar da proposta ofensiva, o time sofreu com a arbitragem polêmica e as más condições do campo e acabou derrotado por 2 a 1. Lamentando o resultado, o técnico Eduardo Hungaro lista os fatores principais que fizeram a equipe cair de rendimento ao longo da partida. Sabíamos que precisaríamos ser mais ofensivos hoje. O primeiro tempo foi ruim, os próprios jogadores se cobraram também. E no segundo fomos o time que temos sido na Libertadores. Mas com duas expulsões, faltas marcadas sem critério e o campo (ruim), o jogo foi se inclinando a favor do Independiente. Foi ficando complicado, ainda mais na altitude, analisa o técnico alvinegro, que engrossou as reclamações quanto às condições do gramado do estádio Municipal Rumiñahui, além de cobrar posicionamento da CONMEBOL.