Pressão sobre Oswaldo motivou equipe contra o Corinthians
Aliviado com a vitória diante do Corinthians por 2 a 0, no último domingo, o volante Gabriel analisa o resultado como fruto da pressão vivida pelo clube desde a final do Campeonato Paulista. Embora tenha dito que o time manteve o mesmo estilo de jogo que já vinha apresentando, admite que o grupo se preocupava com a situação do técnico Oswaldo de Oliveira, ameaçado no cargo em caso de derrota. O grupo adora o Oswaldo. Isso posso dizer porque vejo a conversa de vestiário. A gente sabia que ele estava pressionado. Não só ele, mas nós jogadores e a diretoria pelo investimento que teve. O Palmeiras tem que viver sob pressão por ser um time grande e precisa estar no topo da tabela. Com os últimos resultados, algo não estava normal. Ocorreram muitas conversas depois do jogo contra o ASA, principalmente para nos blindarmos mais internamente, para não deixar coisas de fora interferirem na nossa convicção, explicou o atleta. Chegamos na final do Paulista e não fomos campeões nos pênaltis, mas tínhamos convicção de uma boa temporada e só reforçamos que o trabalho estava sendo bem feito. Nossa forma de trabalhar e concentrar foi a mesma, a gente não correu mais nem menos contra o Corinthians, mas foi um dia que a bola entrou e deu tudo certo para a gente, acrescentou.