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ESPORTES
Quinta-feira, 05 de Junho de 2014, 20h:46

NOVO PAPAI

Oscar comemora a filha Julia

Depois de tirar o dia para acompanhar o nascimento de Julia, sua primeira filha, o meia Oscar já se juntou à delegação da seleção brasileira em São Paulo. O jogador, apesar de não ter treinador ontem, ficará à disposição do técnico Luiz Felipe Scolari para o amistoso de hoje, contra a Sérvia, às 15h, no Morumbi. Oscar foi liberado na última quarta para ir até Campinas, onde nasceu a sua filha, e por isso não participou do treino desta quinta. Na Granja Comary, em Teresópolis, Felipão optou por Willian no time titular, e não confirmou qual equipe entrará em campo para o último teste antes da estreia na Copa. Se vive um momento único na vida pessoal, Oscar não está em um bom momento profissional. Na última terça, no 4 a 0 contra o Panamá, ele foi o mais apagado dos três armadores da seleção, já que Hulk e Neymar deixaram suas marcas. O último gol, para piorar, foi feito por Willian, seu substituto. A decisão de Felipão, nesta sexta, deve antecipar a escalação do jogo contra a Croácia, na quinta que vem. O técnico da seleção já adiantou que o time que encarar a Sérvia deve ser mantido para o jogo de abertura no Itaquerão. Longe do torcedor - A uma semana do início do Mundial, a seleção teve ontem o primeiro contato com os paulistanos. Mas ele foi distante. Os jogadores desembarcaram na pista do aeroporto de Congonhas, às 16h50, sem contato com fãs --um número reduzido aguardava no saguão principal. Da pista, os jogadores embarcaram em um ônibus comercial (sem referências da seleção ou da CBF) que levou a delegação até o hotel Transamérica, na zona sul. Os fãs pediram, sem sucesso, para os jogadores abrirem as janelas e mostrarem os rostos. Alguns gritaram Neymar e a maioria tirou fotos. A saída do ônibus do aeroporto, às 18h20, foi pela rua Pantaleão. A CET e a Polícia Militar fizeram um esquema especial, bloqueando temporariamente os acessos às vias utilizadas pela seleção. Depois, o ônibus seguiu pela av. Roberto Marinho e av. Washington Luiz. Nesta, o bloqueio foi maior. Uma fila de carros se formou e os motoristas passaram a reclamar. A seleção não foi o alvo dos protestos, mas sim a CET e "o caos em São Paulo" por causa da greve parcial dos metroviários, como muitos lembraram. O ônibus da seleção foi acompanhado por mais de 30 batedores. Estavam presentes representantes da Polícia Federal, do Batalhão de Choque, da Guarda Municipal e alguns carros da PM. O caminho até o hotel foi tranquilo. Às 19h08, os jogadores chegaram no hotel. Foram recebidos pelos funcionários, que deram um jeitinho de tirar fotos e tietar os atletas.

Edição EDIÇÃO 16966




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