A Copa do Mundo da África do Sul será lembrada pelo fracasso de grandes jogadores. Antes do início do Mundial, uma revista europeia chegou a destacar Lionel Messi, Kaká, Wayne Rooney, Franck Ribéry e Buffon em sua capa especial do Mundial. Pois bem, passadas as quartas de final, nenhum desses jogadores renomados estão na disputa do título. O último a cair foi o argentino Messi. Melhor jogador do mundo pela Fifa, o camisa 10 argentino não provou em campo o seu título. Nos cinco jogos desta Copa não fez gol, pouco serviu seus companheiros - apenas uma assistência - e deixou a competição como um dos grandes fiascos. Messi comprovou o que muitos críticos de seu país afirmam: "Ele nunca jogou pela seleção, o que joga pelo Barcelona". Pelo menos na Copa da África, esta crítica é válida. Neste sábado, diante da Alemanha, o "Pulga", como é conhecido, quase nada fez. Poucas jogadas individuais, mas quase sempre fora da área. Não encarou os grandalhões alemães. Tentou o gol por intermédio de chutes colocados, que não chegaram a assustar o tranquilo goleiro Neuer. Nem de falta, o craque foi perigoso. Ao final do jogo, recebeu um abraço do treinador Diego Maradona, que armou o time para que seu jogador explodisse no Mundial. Mas esqueceram de falar para "El Diez", que Messi não é Maradona. Nunca será.