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Segunda-feira, 15 de Setembro de 2014, 20h:16

SÃO PAULO

Com tendinite, Ceni é dúvida

O técnico Muricy Ramalho não sabe se poderá contar com o goleiro Rogério Ceni na partida contra o Coritiba, amanhã, pelo Campeonato Brasileiro. O capitão do São Paulo, que deixou o jogo contra o Cruzeiro reclamando de dores, está com uma tendinite na região posterior do joelho esquerdo e virou dúvida. O goleiro permaneceu em tratamento ontem, durante a reapresentação do elenco, no CT da Barra Funda. Na terça, o jogador fará mais um trabalho para saber se terá condições de viajar para enfrentar o Coritiba. Depois da partida contra o Cruzeiro, Ceni explicou que sentiu as dores em uma saída de bola. Mesmo sem que Muricy tivesse feito todas as substituições, o goleiro permaneceu em campo até o apito final. Se o goleiro não puder atuar na quarta, o reserva Denis deve ser o escolhido para ocupar a função. A expectativa em relação a Ceni é ainda maior nesta semana por conta do clássico de domingo, contra o Corinthians, no primeiro jogo que o São Paulo disputará no estádio de Itaquera. Enquanto o goleiro é dúvida para amanhã, Muricy Ramalho já sabe que não poderá contar com outro importante desfalque em Curitiba, o meia Kaká, que terá de cumprir suspensão automática pelo terceiro cartão amarelo. Nesta segunda, os jogadores que foram titulares diante do Cruzeiro fizeram apenas uma atividade regenerativa. Já os reservas participaram de um jogo-treino contra o time das categorias de base, com a presença de Luis Fabiano. O atacante já não sente mais dores da lesão muscular na coxa direita, mas Muricy Ramalho ainda tem cautela sobre o retorno do jogador e não deve utilizá-lo na partida de quarta-feira. Demitido - A guerra política do São Paulo ganhou ainda mais força nesta segunda-feira. O ex-presidente Juvenal Juvêncio, que ocupava o cargo de diretor das categorias de base do Tricolor desde a eleição de Carlos Miguel Aidar, foi desligado da função. A briga entre o atual e o antigo presidente se tornou pública na semana passada, depois que Aidar fez duras críticas à gestão de Juvenal em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo. O ataque resultou em uma resposta do ex-mandatário por meio de uma carta, na qual descartou a chance de pedir demissão. Porém, Juvenal Juvêncio não se sustentou na função por muito tempo, já que, nesta segunda-feira, Aidar comunicou a demissão ao ex-presidente, seu antigo aliado. O presidente só se pronunciou sobre o assunto por meio de nota oficial.

Edição EDIÇÃO 16967




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