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Natacha Slhessarenko admite disputar o comando do Palácio Paiaguás. E Rosa Neide coloca seu nome para disputar vagas na Câmara ou no Senado
A eleição de 2026 em Mato Grosso caminha para ser protagonizada, também, por mulheres que se destacam no ambiente político do Estado.
A médica Natasha Slhessarenko (PSD), por exemplo, sinaliza que pode disputar o Governo de Mato Grosso.
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Filha da ex-senadora Serys Slhessarenko, ela ensaiou uma disputa ao Senado em 2022, mas seguiu orientação da cúpula nacional e desistiu do projeto.
Na semana passada, em entrevista, Natasha declarou: “Sinto-me preparada, sim. Como médica, professora e empresária, por atuar nestes ambientes, públicos e privados, sinto-me à vontade para servir a população de Mato Grosso”.
A ex-deputada federal e diretora da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Rosa Neide (PT), passou circular, no ambiente político do Estado, como pré-candidata ao Senado no ano que vem..
Seu projeto inicial, na verdade, é tentar retornar à Câmara Federal. Contudo, admite que negocia a disputa por uma vaga no Senado.
Em 2022, Rosa Neide foi a mais votada do Estado para deputada federal, com mais de 124 mil votos.
Não foi reeleita em razão do quociente eleitoral (valor mínimo para um partido/federação para eleger um deputado).
Ela colocou seu nome à disposição da cúpula para disputar a Câmara ou o Senado.
No último caso, se apresentaria como o segundo voto no Senado, ao lado do ministro da Agricultura, senador licenciado Carlos Fávaro, que vai disputar a reeleição.




