Por meio da assessoria de imprensa, a Secretaria de Estado de Saúde informou que segue as diretrizes do Ministério da Saúde (MS), que desde 2009, adotou a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem como estratégia para facilitar e ampliar o acesso com qualidade e integralidade da população masculina aos serviços de saúde. Contudo, lembra que estudos científicos apontam que o rastreamento populacional para detectar câncer de próstata é desaconselhável para homens que não apresentam sintomas. Em meio à polêmica, há pelo menos um consenso: a de que pessoas que demandarem a realização destes exames sejam informadas por seus médicos sobre os possíveis riscos e benefícios. É importante esclarecer que, fora do escopo do rastreamento, os exames de PSA e toque retal apresentam papéis significativos na avaliação diagnóstica de homens com sinais e sintomas sugestivos de câncer, pondera o Inca. (JD)