O promotor criminal Vinícius Gahyva, que responde pela promotoria da Vara Militar, disse que o Ministério Público vai juntar os dois inquéritos da Polícia Civil e da Polícia Militar e ainda não formou uma opinião a respeito da competência do crime. Tanto que o MP recorreu da decisão judicial que determinou o trancamento das investigações realizadas pela Polícia Civil. Vamos aguardar a decisão do Tribunal de Justiça para saber se o caso vai para a Justiça comum ou para a Militar. O Ministério Público pretende juntar os dois inquéritos, pois um completa o outro, informou. O promotor lembrou que a Justiça Militar, em alguns pontos, passa a ser mais rigorosa. Caso fique comprovado que Abinoão foi vítima de homicídio, o tratamento para o crime é o mesmo nas duas esferas da Justiça. O promotor disse que a diferença é que na Justiça comum, o julgamento é feito pelo Tribunal do Júri. O promotor esteve no local onde ocorreu o treinamento dos militares e acompanhou toda reconstituição. O advogado Alfredo Gonzaga, contratado pela família do militar alagoano, também esteve no trabalho de simulação. Ele reclamou da ausência do aluno Leonel de Jesus. (AR)