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CIDADES
Terça-feira, 06 de Setembro de 2011, 19h:42

Investigação de mortes não parou

A Polícia Civil informou, por meio da assessoria de imprensa, que os recentes casos de repercussão, sobretudo de assassinatos, ocorridos no Estado, seguiram sob investigação independente da greve dos agentes e escrivães. A instituição aposta em mutirões de trabalho para colocar em dia os inquéritos parados. Conforme a polícia, 14 mil procedimentos foram instaurados, com 13 mil concluídos, fora os remanescentes. O assassinato do jornalista Auro Ido é um dos casos que não teve interrupção, porém como está com o sigilo decretado, as informações não podem ser divulgadas. Sobre a morte dos policiais Edson Marques Leite e João Osni Guimarães, a informação é de que a investigação está 90% finalizada. O assassinato do empresário Adriano de Campos, dono do restaurante Adriano, também ocorre de forma sigilosa, mas está em andamento. Outros casos que não tiveram as investigações suspensas por conta da greve são os homicídios dos prefeitos de Nova Canaã, Antonio Luiz Cesar de Castro, o Luizão, e de Novo Santo Antônio, Valdenir Antonio da Silva. A Diretoria da Polícia Civil determinou, conforme a assessoria, às diretorias de Interior, Metropolitana e Atividades Especiais que levante nas delegacias a real demanda de inquéritos acumulados nas unidades policiais de todo o Estado. “Será feito um levantamento, primeiro, para definir o número de inquérito e a realização do mutirão”, disse Paulo Vilela, diretor-geral da polícia, em entrevista a uma emissora de TV. Conforme ele, também serão priorizados nas investigações os roubos a bancos, arrombamentos de caixas-eletrônicos, roubo/furtos de veículos e tráfico de drogas. (Com assessoria)

Edição EDIÇÃO 16967




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