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CIDADES
Sábado, 20 de Junho de 2015, 13h:01

Governo não estava preparado

Itamar Bressan, coordenador da Educação de Jovens e Adultos na Seduc, diz que atender os haitianos está sendo um desafio que, por enquanto, estão tentando superar por meio de projetos pontuais. Mas, em breve, garante, o Estado terá uma política própria de educação para os imigrantes caribenhos. Itamar informou que está sendo formada uma comissão para fazer o diagnóstico e a institucionalização do ensino como parte do sistema estadual de educação. A professora Antonieta Luisa Costa, conselheira estadual de Promoção da Igualdade Racial, é uma das pioneiras no movimento em defesa da inserção dos haitianos nas escolas públicas. Antonieta explicou que, ao identificar a demanda pelo ensino da língua portuguesa, o Conselho da Igualdade Racial percebeu que havia necessidade de efetivas políticas, não limitar o atendimento as iniciativas isoladas. “Temos que fazer a inclusão de forma efetiva, não ensinar o português isoladamente”, assinala, lembrando que no mês passado o Senado aprovou a Lei de Migração, para regular a entrada e estada de estrangeiros no Brasil, estabelecer normas de proteção ao imigrante, entre outras. Antonieta integra comissão criada pela Seduc. (AA)

Edição EDIÇÃO 16967




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