Um dos problemas a serem enfrentados pela Agecopa chama-se desapropriação. Ao longo de avenidas como Fernando Corrêa e Prainha, em Cuiabá, e da FEB, em Várzea Grande, são pelo menos 400 imóveis para ser desapropriados. De acordo com o presidente interino da Agecopa, Yênes Magalhães, o governo do Estado montou, na Secretaria de Infraestrutura, uma comissão para avaliar a situação destes imóveis. Também será feito um levantamento da topografia de cada lote. Todas as avenidas são tomadas por comércios e algumas residência, bem antigas em determinados pontos. Além disso, conforme Magalhães, há uma discussão com o Poder Judiciário para que seja feita a desafetação dessas áreas. A pessoa sai da área e, se não concordar, briga na Justiça, explicou. Porém, ele acredita que não haverá brigas, já que houve o aumento do valor venal das áreas localizadas na Capital. Outras importantes obras para garantir a mobilidade foram discutidas na audiência como construção de viadutos, duplicação de vias e trincheiras. O plano de mobilidade transcende à questão do transporte coletivo, embora discipline o sistema com a implantação do BRT, mas trata também dos veículos individuais, das pessoas que utilizam bicicletas ou andam a pé. Há ainda capítulos importantes em relação ao turismo e aos deficientes físicos, resumiu Magalhães. (JD)