O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), afirmou que o Governo do Estado errou quando optou pelo retaludamento como alternativa para solucionar o impasse no Portão do Inferno, trecho crítico da MT-251, que liga Cuiabá a Chapada dos Guimarães.
Paralisadas há cerca de três meses, as obras ainda não têm previsão de retomada, o que preocupa o parlamentar.
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“A solução escolhida pelo Governo, pelos técnicos, pela forma que foi analisada, não foi adequada. Nós esperamos que uma nova decisão seja tomada rapidamente, porque não podemos mais esperar”, afirmou.
O deputado destacou ainda a importância da região de Chapada dos Guimarães para o lazer e a economia de Mato Grosso.
“O cuiabano gosta de ir a Chapada. Temos o Festival de Inverno se aproximando, eventos importantes na cidade, e a gente fica triste em saber que a obra não está avançando e que não há encaminhamento claro”, completou.
A crítica de Max Russi ocorreu após o próprio governador Mauro Mendes (União Brasil) admitir que um "estudo mais aprofundado" inviabilizou a continuidade da obra de retaludamento, iniciada no fim de 2023.
Segundo o chefe do Executivo, novos problemas geológicos foram identificados no local, o que exige a reformulação completa do projeto.
Em razão disso, a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra-MT) trabalha, atualmente, na elaboração de um novo estudo de viabilidade técnica para definir o que será feito na região.
A expectativa, segundo Mauro Mendes, é que esse levantamento seja concluído até o final de junho, para que uma nova proposta seja apresentada.




