NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Segunda-feira, 22 de Junho de 2026

BRASIL
Terça-feira, 15 de Fevereiro de 2011, 20h:23

PSDB insiste na aprovação do salário mínimo de R$ 600

MARIANA JUNGMANN
Da Agência Brasil - Brasília
O PSDB decidiu ontem manter a posição de defesa do reajuste do salário mínimo para R$ 600. Apesar da chance de fechar um acordo com as centrais sindicais em torno do valor de R$ 560, os tucanos resolveram manter a proposta que apresentaram na campanha presidencial do ano passado. Segundo o líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), o partido considerou mais importante manter o compromisso firmado na campanha do que aproveitar a aproximação com as centrais para aumentar as chances de conseguir um mínimo maior que os R$ 545 propostos pelo governo. “Nós defenderemos a nossa proposta até o fim e, se formos derrotados, o que é de se esperar em função da maioria governista, nós apoiaremos a maior proposta que houver”, afirmou Dias ao fim da reunião de bancada do partido. Ainda na opinião do líder tucano, a posição do PSDB fortalece o pleito das centrais sindicais, que aceitam negociar um valor inferior ao defendido pelos tucanos. “A nossa proposta não elimina a deles. Ao contrário, até fortalece à medida que a proposta deles [sindicalistas] passa a ser mais moderada”, argumentou. Mais cedo, o presidente da Força Sindical, deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), se reuniu com o senador Aécio Neves (PSDB-MG) na tentativa de convencer o PSDB a se unir aos sindicalistas em torno do valor de R$ 560. “Já recuamos do valor de R$ 580 para buscar um entendimento, esperamos que o governo agora possa apoiar”, afirmou o deputado, conhecido como Paulinho da Força. Após a reunião, Aécio Neves disse que a votação será o primeiro teste do governo de Dilma Rousseff no Congresso Nacional e concordou que é possível discutir um valor acima dos R$ 545.

Edição EDIÇÃO 16967




ENQUETE
Você acredita que a Ferrovia Vicente Vuolo vai chegar a Cuiabá?
Sim. Seria uma questão de tempo. E de interesse.
Não. A Rumo já sinalizou que não é uma prioridade
Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
PARCIAL