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BRASIL
Domingo, 21 de Fevereiro de 2010, 01h:27

CONGRESSO PETISTA

Nacional respalda aliança com PR e PMDB

Evento fomentou diretórios estaduais a formalizarem o quanto antes as composições com os peemedebistas e republicanos

JEAN CAMPOS
Da Reportagem
O IV Congresso Nacional do Partido dos Trabalhadores - marcado pelas discussões sobre a tática eleitoral, política de alianças, diretrizes do programa de governo para 2010 e construção partidária - terminou, ontem, com o lançamento oficial da pré-candidata, Ministra Dilma Roussef, à Presidente da República. De acordo com a senadora Serys Slhessarenko (PT), o evento também fomentou que os diretórios estaduais formalizem o quanto antes a aliança com o PMDB e PR. “Apóio totalmente a aliança e temos que concretizar o acordo em Mato Grosso”. Serys nega que haja qualquer movimentação no sentido de se candidatar a outro cargo que não seja o de senadora. “É uma contradição o que membros do partido estão fazendo. A candidatura de Abicalil sequer foi discutida no Processo de Eleições Diretas e, agora, aparece. Sou candidata natural e se isso não acontecer o próprio partido será prejudicado”, criticou a senadora. Ela negou que a visita de Dilma Roussef a Mato Grosso, no próximo dia 23, dará um ponto final no imbróglio com Abicalil. Contudo, o encontro não foi suficiente para resolver o impasse da sigla em Mato Grosso que continua dividida entre a candidatura de Serys Slhessarenko e Carlos Abicalil ao Senado Federal. O evento, que teve início na última quinta-feira, reuniu lideranças e correligionários petistas de todas as correntes do partido. Na sexta, foi aprovada a resolução de Tática Eleitoral e Política de Alianças apresentada pela Comissão Executiva Nacional. Independente das candidaturas estaduais, o consenso está na eleição de Dilma Rousseff. Uma das principais táticas aprovadas pelo partido é a manutenção das críticas e afastamento da oposição. “De um lado, os neoliberais representados pela aliança PSDB/DEM/PPS, derrotados em 2002 e em 2006, encurralados ideologicamente depois da crise econômica global e sem projeto para o país. Eles representam a política que quebrou o Brasil três vezes, que privatizou, desempregou e desencantou o povo brasileiro”, consta no documento aprovado pelos petistas.

Edição EDIÇÃO 16967




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