Wilson Santos, nossa o galinho bom de briga, que era acima de qualquer suspeita, meu Deus, até tu bruto. Tá muito difícil saber quem é quem, isso vamos ver até onde vai chegar, cuidado galinho bom de briga, num vai transformar em um ganize, e ser expulso do terreiro. Mais quem diria em! VERÍSSIMO LEMES DO NASCIMENTO, aposentado, Cuiabá/MT
[email protected] *** Esse cocoricó vai acabar botando um ovo de Ema. Já já os homes de buné (PF) vão entrar no seu galinheiro e fazer uma devassa, vai ser pena para todo lado, não vai sobrar ovo sobre ovo, nem o de INDEZ vai ser poupado. APOLINARIO GENTIL USKNOV, Primavera do Leste/MT
[email protected] Eder diz que MPE fabricou Dinheiro Respeitamos e defendemos a Instituição do MPE de Mato Grosso, porém uma labareda de fogo atingiu a Nobre Instituição, e rezamos a Deus que sai dessa da melhor forma possível. JULIO MUZZI, engenheiro civil, Cuiabá/MT
[email protected] Produtores e empresa brigam há 15 anos Dessas 3.000 hectares, 2.200 ha são área de reserva, então que continue sendo área de reserva e que transforme ela em área de preservação permanente com direito à utilização para extração de materiais como castanha-do-pará e outras e deixem os cooperados trabalharem, e se derrubarem ou tentarem vender a área, prender os executivos da cooperativa já com pena de prisão condenatória de 20 anos, aí resolve o problema, mas não se pode penalizar quem ainda não cometeu crime, papel aceita tudo, até limpar o fiofó. É só fazer a lei. LUIZ ARRUDA, Cuiabá/MT
[email protected] TRE rejeita registro de Valdir Barranco Taborelli é trabalho, conheço-o desde os tempos do SARA, trabalhamos em vários serviços combatendo o crime. Por onde o coronel passou, deixou sua marca, nas instalações que comandou, cito por último o 4º BPM era um puxadinho, hoje uma beleza e tantos outros quartéis. MERQUIDES BELLO, aposentado, Várzea Grande/MT
[email protected] Relatório de Maggi autoriza cassinos no país Quantos brasileiros vão a Las Vegas jogar por ano? É um número muito grande, porque não joga aqui mesmo. Legalizado, gerando empregos e renda. Beber, fumar e jogar é quem quer. DIVO DAMASIO DA SILVA DAMASIO, Cuiabá/MT Cuiabá não tem local para descarte Precisamos de uma fiscalização junto à empresa Eco Ambiental, pois a queimada está intensa e prejudicial, está insuportável respirar aqui, socorro! Publiquem matéria sobre esse assunto. LUCILENE DE SOUZA, dona de casa, Cuiabá/MT
[email protected] Taques lança obras de R$ 1 bilhão Programas e mais programas com altíssimas cifras são lançados a rodo, no entanto, obras que de fato beneficiem a população nunca saem do papel. Queremos ver anúncio de inauguração de obras, não apenas lançamento de obras. JULIO CESAR ROCHA, Cuiabá/MT
[email protected] Dnit anuncia obras em Várzea Grande É isso aí, dona Lucimar Campos, bola pra frente! Várzea Grande merece voltar a ser bem administrada. ALCIDES GARCIA ORTIZ, aposentado, Cuiabá/MT
[email protected] Tremor é sentido em MT Abalos sísmicos terremoto, após a tragédia ocorrida em Minas Gerais, com o rompimento da barragem de sedimentos do vale do rio Doce, deixando rastros de destruição e ceifando vidas humanas preciosas, começam preocupações com os terremotos ocorridos na fronteira com o país vizinho, o Peru. O Brasil rico em hidrelétricas e monumentais torres, orgulho dos engenheiros e construtores apresenta situação de risco com a ocorrência de abalos sísmicos. Sem querer trazer pânico, mas a realidade mostra, Cuiabá está a alguns quilômetros abaixo da hidrelétrica de Manso com cerca de 90 metros de altura e bacia de grande volume de armazenamento de água. Poderiamos, talvez, através de modelos, conhecer o potencial de risco oferecido, bem como as áreas que seriam inundadas na hipótese de ocorrência de acidente com aquela barragem. Tomamos conhecimento da preocupação dos habitantes de Buenos Aires quando da construção da usina hidrelétrica de Itaipu, muito comentado na época. Talvez os habitantes vítimas recentes de Mariana não atentaram para o risco que a barragem oferecia, confiando nas garantias que os administradores afirmaram ter, inclusive com aprovação de projetos e fiscalização por orgãos especializados. Constatou-se, por declaração de dirigente, da impossibilidade de fiscalizar barragens por absoluta falta de corpo técnico para executar essas tarefas de tanta responsabilidade. Vale pensar e cobrar analise para conhecimento da população. ACIR CARLOS OCHOVE, Cuiabá/MT
[email protected] Dez estudantes do IFMT são internados após mal súbito Só acho que deve sim ser investigado a fundo, pois minha filha estuda lá e passou mal também, acho muito estranho tanta criança tendo a mesma crise. LUZINETE F SILVA, Cuiabá/MT
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