É o que tenho dito sobre esse sr. Valtenir Tido como um Tadim. Queria ver esse elemento manifestar contra proibição de pesquisa se seu candidato estivesse na frente. AS intenções desse sujeito nunca foram outras senão se arrumar no sentido latu sensu, ou seja, ele e seus familiares. Seu perfil é de autoritarismo extremo, disfarçado de coitado. Perguntem aos correligionários antigos do PSB, e vejam o que eles acham desse tal Valtenir. APOLINARIO USKNOV, comerciante, Primavera do Leste/MT
[email protected] Samba mequetrefe Caro professor Roberto Boaventura, a egolatria dos culturetes não se importa com este samba pobre, medíocre que espero não faça a Estação Primeira de Mangueira cair na zona do rebaixamento. Sambas imortais que falaram de Pixinguinha, Chico Buarque e outros deixam este samba como diz o vulgo popular abaixo de pau de galinheiro. Nada disto importa o que importa, é a vaidade desmedida, que irá ser traduzida nos fotos dos socialites. Cuiabanos sempre se deslumbraram com o Rio de Janeiro agora vão pagar mico com este samba, e cá pra nos tá mais pra jatobá do que jequitibá. BENEDITA SILVA, Cuiabá/MT
[email protected] Leitão apresenta emenda para tornar facultativo o voto Vivemos em um País livre e democrático. Por esse prisma torna-se insano a obrigatoriedade eleitoral bem como a do serviço militar. GERALDO ALEX HAGEMEYER, comerciário, Cuiabá/MT
[email protected] *** Voto Obrigatório Se há compra de voto com o voto obrigatório, quando o eleitor é obrigado a comparecer à seção eleitoral e votar, imaginem com o voto facultativo. No Brasil o voto obrigatório se assemelha ao voto facultativo. Se o eleitor não votar deve pagar multa (R$ 3,00). Exatamente, multa de R$ 3,00. Se o cidadão não tivesse a obrigação de votar seria comprado para participar do processo eleitoral. Hoje a compra se da para que vote em determinado candidato. Se for facultativo a compra será para que ele participe. O controle do comprador (criminoso) será muito mais eficiente. Já que o comparecimento já é uma forma da contraprestação à compra do voto. Falácia. Pura falácia a tese de voto facultativo para evitar a compra de voto. Outra, entretanto, poderia ser a fundamentação: dar ao cidadão o direito de participar ou não do processo democrático. A Democracia é um instituto jurídico do Estado Democrático de Direito, e dos mais importantes. Não se trata de nenhuma benesse do Estado ao cidadão. É sobretudo uma conquista que não é dado ao cidadão optar pela sua concretização ou não. A Democracia é uma instituição que obriga a todos (as) cidadãos a sua efetivação. Pois sem ela todas as conquistas da nação ficam sem salvaguarda. O Estado Democrático de Direito além de uma conquista que deve ser mantida e ampliada é responsabilidade de todos. Não se trata de uma opção dos cidadãos. Se trata de uma obrigação da mesma forma que em caso de agressão estrangeira à soberania da não, é obrigação de todos os maiores de dezoito anos com capacidade física defender. O voto facultativo, é na verdade uma construção para os covardes e descomprometidos com os destinos de uma nação que é de todos e de todas os que compõem o Estado Democrático de Direito. EMMANUEL GOMES, advogado, Cuiabá/MT
[email protected] Lueci culpa fato à cultura machista Diria a nobre e reeleita vereadora que trabalhasse com mais afinco para as mulheres. Teria os votos das mesmas. Essa é ingrata, vai que na próxima eleição nem os homens resolvam votar nela. LUIS MAGALHÃES, funcionário público, Cuiabá/MT luismagalhã
[email protected] Joaquim Barbosa é o novo presidente do STF Cumprimentos ao doutor Joaquim Barbosa, pela posse na presidência do STF, ele merece todas as homenagens do povo brasileiro. A democracia agradece. ACIR CARLOS OCHOVE, Cuiabá/MT
[email protected] Irmãos são eleitos vereadores Vai faltar repartição para encaixar a parentada que trabalhou na campanha. Imprensa cuiabana, vamos ficar de olho. JOSÉ DIAS, Cuiabá/MT
[email protected] Empresa vende diplomas de universidades de MT Há uma certa escola que vende diploma de técnicos, fica no entorno de Brasília. Há muitos técnicos em telecomunicações, que atuam em MT e que se formaram lá. A culpa é do MEC e PF, que são inertes. ENIVALDO CAMPOS, Cuiabá/MT *** Até parece que isso é novidade. Há muito tempo centenas de faculdades por esse país a fora são uma verdadeira fábrica de diplomas. O que vemos no dia a dia são verdadeiros analfabetos com diplomas de nível superior. MOISES C. DE MELO, engenheiro, Cuiabá/MT
[email protected] Procuradoria quer manter obras do VLT suspensas Coisa mal começada só pode terminar em coisa mal feita, o que acontece com a implantação do VLT. Independentemente de qualquer questão, a legalidade e a transparência dos atos de gestão pública devem estar em primeiro plano, já que as inúmeras suspeitas de irregularidades, inclusive de propinas de R$ 80 milhões, não foram devidamente esclarecidas até hoje, sem nenhum resultado da sindicância urgente determinada pelo Governador para serem apuradas por um delegado de policia de MT. Por exemplo, na obra retirada pelo Governo de Brasília como modal de mobilidade para a copa por conter suspeitas de irregularidades na licitação e a insuficiência de tempo para a construção de apenas 6,5 km, o custo do km do VLT seria de R$ 42,4 milhões e o de Cuiabá em obras, também com suspeitas de inúmeras irregularidades similares, o custo por km é de R$ 67,1 milhões, ou seja, apenas 58,25% maior mesmo com as peculiaridades topográficas das duas cidades. Aqueles que vociferam indignados contra alguns paus rodados que querem prejudicar Cuiabá e Várzea Grande para impedir a implantação do VLT, com certeza pessoas esclarecidas e inteligentes, deveriam analisar e medir as consequências de uma obra de R$1,440 bilhão, executada com irregularidades inclusive licitatórias e com cronograma físico insuficiente levantado pela Controladoria Geral da União - CGU/PR, poderão e deverão causar danos irreparáveis e irrecuperáveis ao erário publico. Minha preocupação não é o VLT que seria a solução ideal desde que cumpridas todas as exigências legais e nem o BRT, mas simplesmente a transparência e a legalidade dos atos dos gestores da coisa pública. MARCELO MATTOS, administrador, Cuiabá/MT
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