Quem se sentir prejudicado tem que denunciar essa prática imbecil e constrangedora. Tem aluno que gosta e pensa que essa forma de acolhida o torna parte do clube, mas na verdade o trote é uma atitude retrógrada e quase inquisitorial. Eu fico com a impressão de que sentem falta da ditadura militar quando se prendia alguém e dizia a ele para sua segurança estamos te prendendo e vamos te torturar. Nesse quesito alunos do curso de filosofia estão de parabéns, o trote que rola por lá é o chamado trote cultural e ainda por cima os veteranos tem o bom senso de perguntar quem quer participar. Se uma turma nova recusar, está abolido o trote. Ninguém merece essa palhaçada. IRZAIR CIRO CORREA, professor, Cuiabá/MT
[email protected] *** Nada do que ele relatou ou a família do mesmo é verídico. Eu sou calouro da turma dele e ele aceitou tudo numa boa e ninguém forçou ele a nada e tudo relatado por ele nada foi desta forma, por tanto todos responderam a favor dos veteranos pois todos foram muito parceiros e o jovem que relatou a esse jornal bebeu e ficou por vontade própria na praça nos fomos ajuda-lo e ele se negava a ajuda não só dos calouros como os próprios veteranos por tanto ele tem que refletir melhor no que ele fez. O mesmo só fez uma negação o de raspar a cabeça e de pois de um tempo o mesmo veio a concordar com a brincadeira realizada com todos e não só com ele como ele alega. YURI ALEXSANDRO RAMALHO MIRANDA, universitário, Cuiabá/MT
[email protected] *** Em primeiro lugar esse mal deve ser cortado pela raiz até porque é muito difícil separar o que é brincadeira e o que é violência para esses jovens. Todo ano é a mesma cena calouros sendo recepcionado com um balde de constrangimento que ele mesmo vai a procurar isso porque não acredito na tal palavra foi obrigado vai ao trote quem quer, participa quem quer ou será que não são inteligentes suficiente para formar um opinião de decisão. LUIS BARRIL, corretor de imóveis, Cuiabá/MT
[email protected] *** Esse tipo de crime acontece em todos os lugares em todos os inícios de cursos em faculdades, muitas vezes até com desfecho fatal. E o pior é que em um país onde se criam leis pra nada, esse tipo de barbárie é visto como diversão. Não se criam leis específicas para punir esse tipo de prática. E o pessoal dos direitos humanos onde estão? Ahhh com certeza estão nos presídios garantindo o bem estar de bandidos... MARCOS MENEZES, Cuiabá/MT
[email protected] *** Trote é coisa de boçal, algo bem típico desta juventude universitária brasileira idiota, inerte, vazia e perdida, que não sabe nem votar, quanto mais dirigir, respeitar os mais velhos, estudar, se divertir ou limpar o próprio rabo! Só sabem beber, se drogar dar dor de cabeça aos pais, fazer sexo de risco, engravidar e arrumar confusão. Espelham o futuro do país dos medíocres! OTHMAR THOMAZ ILITY, piloto comercial, Cuiabá/MT
[email protected] *** O trote violento foi importado pelo Brasil de alguns países desenvolvidos. Há várias boas práticas e culturas para assimilar e alguns ainda tentam disseminar a falta de respeito com futuros colegas de profissão, a humilhação e a violência. Lamentável ver alguns futuros profissionais envolvidos nessa prática cretina. Profissionais que deveriam agregar para o desenvolvimento de uma sociedade organizada ficam de baderna e promovendo shows de desrespeito. Cabe às instituições de ensino e poder público fazer campanha e coibir e punir essa prática. LUIZ AUGUSTO VICTORINO ALVES CORRÊA, administrador, Cuiabá/MT
[email protected] *** Eu sou irmã de uma das calouras da mesma turma, e estava presente no dia, e penso que o trote é realmente um assunto polêmico, pois cada um tem a sua opinião, uns acham que é só uma brincadeira, e outros não. Como todas as famílias a minha também ficou preocupada de como seria o trote, até por que corriqueiramente vemos na mídia casos em que se extrapola todos os limites, outro motivo de preocupação é que a minha irmã, não tem o hábito de consumir bebidas com álcool, e que como sabemos realmente no trote dão bebida alcoólica para os calouros. Ficamos apreensivos a semana toda de como seria o trote, na sexta cedo ela me ligou e disse que os veteranos foram na sala de aula e convidou os calouros a participarem do trote, digo convidou, pois deram o direito de escolha de participar ou não, ela participou, pois afinal vemos isso como uma brincadeira, e não como na ditadura em que as pessoas não tinham escolha. Lembrando que o trote é tradição no inicio das aulas e é feito pela maioria dos cursos dentro ou fora das faculdades, e que são jovens quem participam, por isso talvez os de mente envelhecidas veja como constrangimento. Fiquei na praça durante todo trote, e o que vi foi todos os calouros rindo das brincadeiras, e a respeito da bebida realmente passaram dando a eles, porém engoliu quem quis, por exemplo, a minha irmã jogou fora e ninguém a obrigou a beber novamente, assim como o rapaz não bebia, tinha outras pessoas que também não, e o estranho é que só ele ficou bêbado não?! Já que segundo ele foram obrigados a ingerir bebida alcoólica, eu estava lá e não vi isso. LIDIANE ALÉM, estudante, Cuiabá/MT
[email protected] Talentos ajojados Excelente a iniciativa desses meninos. O falar cuiabano não deve ser usado apenas e tão somente como fator de interesse comercial. É interessante que o assunto seja abordado nas escolas devendo ser incluído em disciplinas específicas. Criar grupos de teatro entre os alunos também é uma forma de manter a cultura do falar cuiabano. É preciso haver interesse dos gestores públicos envolvidos na área educacional. A cultura local também faz parte do contexto da globalização. JOSÉ CEZÁRIO M. ASCHAR, bancário aposentado, Cuiabá/MT *** Esses jovens estão de parabéns pelo ideal de resgate da tão rica cultura cuiabana. O povo cuiabano sentirá orgulho de suas raízes históricas ao ver o ressurgimento do seu linguajar tradicional, que se constitui como um traço marcante de sua cultura tão singular e exuberante. JULIA FAGUNDES, publicitária, Cuiabá/MT
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