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ARTIGO
Quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2007, 20h:07

LEITOR

Projeto busca reativar a Lemat

“Como tudo no Brasil é suscetível à fraude, não vejo vantagem nenhuma em se ativar a Lemat, a não ser para os próprios políticos. Por diversas vezes, já houve denúncias contra a própria Caixa Econômica, inclusive denúncias e pedidos de investigação e CPI feito por Senadores da República no que se diz respeito à fraudes nos sorteios da Mega Sena e outras loterias da Caixa, mas tais pedidos de abertura de CPIs não foram para frente. A própria Caixa, por diversas vezes, publicou notas oficiais em veículos de comunicação e internet, tentando se defender de possíveis denúncias de fraude em seus sorteios. A abertura da Lemat, ao meu ver, seria mais uma maneira de se tomar dinheiro do contribuinte e nos fazer de otários, ou seja, mais uma maneira legal de nos assaltar e vender ilusões.” OTHMAR THOMAZ ILITY, piloto comercial, Cuiabá/MT [email protected] Presos 3 suspeitos da morte de garoto “Gostaria de expressar aqui à família de João Hélio meus respeitos e dizer que todos nós, tanto no Brasil como no exterior, estamos sofrendo a dor dessa enorme tragédia que aconteceu com o João. Ele passou pouco tempo entre nós, mas nos deu a coragem de poder falar e nos mostrou que já é hora de mudanças tanto nas leis do país como também na política do Brasil. A morte de João Hélio não foi e nem será em vão, vamos lutar e gritar nossos direitos como cidadãos desse Brasil. Não vamos deixar que mais crianças sejam vítimas dessas bestas humanas que corroem a sociedade brasileira como um câncer. Tudo tem um limite nessa vida, e João Hélio nos alerta que o momento é agora. Grita Brasil, lute por seus direitos.” REMY WESZZENAAR, jornalista, Miami/USA [email protected] Funai planeja a retirada de invasores e retomada da terra “Esta decisão é mais um retrocesso no tão cambaleante desenvolvimento do vale do Araguaia. As ações de desenvolvimento ficam no ‘blá blá blᒠe as anti-desenvolvimento são tomadas até por decisões judiciais. Vamos ver o que vai acontecer com as mais de 3000 famílias que habitam no posto da mata. Terra esta que nunca teve índio habitando-a, os que lá passavam vinham de outras regiões como o Xingu, dentre outras, mas eram todos passageiros. Se vão colocar as famílias na fazenda Guanabara por que não colocar os índios na mesma? Pois assim não haveria a necessidade de remoção das famílias, evitando assim um problema social na região, já agredida por tudo e por todos.” FRANCISCO MONTEIRO DO NASCIMENTO, presidente da comissão pró criação do estado do Araguaia, Confresa/MT [email protected] Brito explica atuação na Segurança “Pelo visto, o nobre secretário fingiu dar as informações que seus antigos pares desejavam e os mesmos fingiram acreditar. Não se pode esperar segurança pública de qualidade sem haver respaldo e prioridade por parte do poder público, pois causa espanto quando o policial militar vem a público reivindicar uniforme para trabalhar, aí imagina-se como está o resto do serviço. Segurança se faz com políticas sérias, trabalho de inteligência e o principal: valorização profissional, através de especialização, pagamento de um salário digno promoção baseada no mérito e não em apadrinhamento. Pergunto aos nobres representantes da sociedade, apesar de não trabalhar na área de segurança pública, tenho por esses profissionais um profundo respeito pela sua importância na sociedade e por isso gostaria de saber se o estatuto da PM já foi votado nesta casa de leis e, se positivo, se está de acordo com os anseios da corporação?” JÚLIO AUGUSTO DE OLIVEIRA SOARES, militar, Cuiabá/MT [email protected] *** “Reestruturar é muito diferente de acabar... Espero que o Secretário tenha retomado as rédeas de sua secretaria e não mais deixe as decisões estratégicas para coronéis oriundos do interior do estado cuja vivência é muito diferente da capital.” FLÁVIA OLIVEIRA, comunicadora, Cuiabá/MT A gloriosa Rússia “Fui ver a reportagem sobre a Rússia no "Le Monde Diplomatic". Muito esclarecedora. Leitura obrigatória mesmo para quem está ligado no que se passa no mundo que interessa. Também a mim encanta a Rússia, sua história, sua gente, sua cultura (principalmente a literatura) e suas paisagens. O povo russo se parece muito conosco, brasileiros em várias facetas. Ao longo de sua história, tem lutado para sair da condição de ‘fim-de-mundo’ ocidental, periferia do mundo desenvolvido do mesmo modo que o Brasil batalha para deixar de ser quintal norte-americano e encontrar ‘seu lugar no mundo’. O povo russo também tem graça, ginga e esperança de sobra para levar a vida - duríssima, como a nossa, brasileira -, acuado pela pobreza aguda da maioria da população, a violência da bandidagem que assumiu o poder nos bairros e nos subterrâneos do governo. Não nutro por Putin qualquer simpatia, ao contrário do ilustre professor. Nele, tudo o que vejo é uma máscara de modernizador e estadista escondendo um ditador sanguinário, um inimigo da liberdade de imprensa, de expressão política, da verdadeira democracia. Sem contar a sua pose nacionalista de pura conveniência. Torço para que a Rússia se liberte de Putin, reencontre o equilíbrio econômico e reduza suas desigualdades sociais. É o que o povo russo merece.” ANTONIO PERES PACHECO, jornalista, Cuiabá/MT [email protected] Reduzir a idade penal resolve? “Há que se pensar a respeito, porém, enquanto não se eliminam as causas, é necessário que se busquem meios de combater os efeitos. Quem sabe se cada Estado tivesse sua própria legislação a respeito não fosse melhor e mais ágil. Se for bom será copiado, caso ao contrário, eliminado.” JOÃO GALDINO DE MEDEIROS, economista, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16967




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