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ARTIGO
Terça-feira, 25 de Março de 2008, 22h:03

LEITOR

Professores decidem manter paralisação

“Toda greve com reivindicações salariais - no caso de professores, mais que justa, pela sua função - sempre causa desgaste aos governantes. Neste caso, isto vem acontecendo porque o governador desconhece a sua ‘casa’. Ele só sabe de finanças pelos dados que lhe repassa a Sefaz, como se ali fosse a ‘casa’ da onisciência. Senhor governador, por favor, dê-se ao trabalho de, de quando em vez, ler jornais. Leia-os. Desconhecimento dos fatos - os reais - que levam a esses desgastes tem origem a partir das versões de seus ‘N’ assessores, que moldam a pílula para não aborrecê-lo. Traduzindo: Puxa-saquismo mesmo! O sr. é inteligente, só falta suprir algumas falhas, pois que, de outra forma, ser inteligente compromete, visto levar à conjecturas as mais diversas. E nenhuma boa. O dinheiro que falta para os salários dos professores, e tantas outras categorias, está nos bolsos dos empresários, via ICMS Garantido Integral. Sou funcionário público e já dei provas de meu zelo - vide SES -, só que isso tem incomodado, tanto que há cinco anos tento essa aproximação e "não me deixam". Vossa(s) assessoria(s), ao ler(em) este comentário, com certeza tudo fará para que eu continue no anonimato. Aposto!” JOÃO GALDINO DE MEDEIROS, economista, Cuiabá/MT [email protected] *** “Embora previsto no texto constitucional de nosso País o direito de greve, este deve ser exercido dentro de parâmetros que se tornem justos, do ponto de vista legal e ético, eis que a camada que mais perde é a população carente. Esta com poucos recursos financeiros e que uma das maiores esperanças dos mesmos encontra-se em Deus e nos estudos, eis que os mesmos almejam uma faculdade pública para adquirir conhecimentos científicos e ingressar no mercado de trabalho. Portanto, é importante repensarem no exercício de um direito para que este não prejudique o próximo, em atenção a um princípio jurídico: ‘O seu direito termina onde começa o direito do outro’.” EVERTON VANNI CATUNDA, advogado, Diamantino/MT [email protected] Saúde divulga boletim da situação da dengue em MT “A Secretaria de Estado de Saúde (SES) continua mandando lavar pratinhos de vasos... enquanto a população adoece e morre devido ao descaso da Saúde Pública! Será que eles não sabem que é necessário eliminar os insetos vetores? E são eles (saúde) que recebem a verba para isto!” BIA LOPES, bióloga, Cuiabá/MT [email protected] Prioridades na Segurança “O governo do Estado fala em prioridade na Segurança Pública, mas até hoje chamou e capacitou apenas 47 delegados da Polícia Civil do concurso realizado em 2006, no qual em uma disputa com 9.232 candidatos foram aprovados 135 que não sabem se serão chamados, pois não têm nenhuma informação oficial sobre o assunto. A carência desses profissionais no Estado, hoje em dia, é de mais de duzentos delegados.” FRANCISCO MOURA, engenheiro civil, Juscimeira/MT franciscoantonio.hotmail.com Fabris diz sofrer de síndrome do pânico “Lamentavelmente, o senhor Gilmar Fabris se utiliza de mecanismos inadequados para justificar sua ausência intencional como parlamentar. Será que a Assembléia não poderia solicitar uma perícia médica para detectar se realmente o parlamentar foi acometido por um problema de saúde? Nós, trabalhadores comuns, quando nos ausentamos do trabalho, temos um prazo de 48 horas para justificar através de atestado médico o problema de saúde. Por que este deputado tem que ser tratado com tanta diferenciação? Às vezes acho que a Justiça efetua algum tipo de tratamento diferenciado às pessoas, pois existem provas suficientes que comprovam a prática do ato ilícito desse parlamentar, no entanto ainda dão oportunidade deste elemento retornar ao seu cargo. A atuação deste deputado na Assembléia é pífia, só pensa nos seus interesses em desfavor da coletividade, só está no cargo para obter os privilégios que este oferece. Este é o meu protesto. Muito obrigado pela oportunidade e pelo desabafo!” DEOMAR RIBEIRO CAMPOS, funcionário público, Cuiabá/MT [email protected] *** “A síndrome do pânico é uma doença que precisa ser tratada por profissionais adequados (psicólogos e psiquiatras) e vejo que o nobre deputado precisa de um afastamento do cargo até a cura da enfermidade, para que o mesmo retorne às suas funções com força total e quero que o mesmo sinta em seu coração o amor de Jesus Cristo, Nosso Senhor e Salvador. Um grande abraço para o deputado e toda a equipe médica e psicológica do mesmo. Sucesso a todos!” EVERTON VANNI CATUNDA, advogado, Diamantino/MT [email protected] Psol terá candidatura a prefeito “Como é natural no campo político, o presidente municipal do Psol, procurador Mauro César, ao lançar sua candidatura ao Executivo cuiabano procura tornar imagem e nome visíveis para uma futura candidatura ao Legislativo cuiabano.” JOSÉ CEZÁRIO M. ASCHAR, bancário aposentado, Cuiabá/MT

Edição EDIÇÃO 16967




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