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ARTIGO
Sexta-feira, 26 de Janeiro de 2007, 19h:59

PMs suspeitos de formar grupo de extermínio

“No cenário de violência em que se encontra a baixada cuiabana, deveria ser ‘agradável’ saber que policiais estão matando bandidos e bandidos estão morrendo ao assaltarem residências, mas não é. A verdade é que só se toma qualquer providência mais enérgica quando as vítimas são policiais, políticos ou qualquer outro figurão. Fazer justiça com as próprias mãos, e ainda policiais, é a prova do despreparo da nossa segurança pública. A nossa juventude está perdida por falta de oportunidade, e pela facilidade no mundo das drogas. O dinheiro para combater o crime organizado e melhorar a educação, com certeza, foi parar nas mãos dos sanguessugas da vida, e o que é pior, a maioria bem solta nas ruas assaltando o nosso dinheiro, de gravata paletó e discurso bonito. Cadê o grupo de extermínio para esses? Na verdade esses ganharam foi um aval da sociedade, através do voto, para continuar a roubalheira. Assim não há grupo de extermínio que resolverá a violência.” RUBENS OLIVEIRA, economista. Cuiabá/MT [email protected] *** “Já tive também a minha casa invadida, e a vontade que me dá é de eliminar aqueles que cometeram o furto. Mas se isso acontece vem uma bomba por cima da vítima, e a vítima é quem acaba sendo o criminoso. Temos mesmo é que começar a eliminar esses sujeitos que daqui a pouco serão doutores em bandidagem e nós, cidadãos trabalhadores honestos, seremos reféns dessa maldição. Tem gente usando menores para cometerem tal malandragem, atuarem como informantes, mas por que isso acontece? Porque os menores não sofrem pena, ou seja, vão para o Pomeri tomar banho de piscina, brincar, comer, dando somente gasto para o Estado. É preciso fazer alguma coisa. A população está amedrontada, e daqui a pouco teremos mais mortes, tanto de bandidos como de pessoas inocentes.” ANA MARIA E SILVA, Cuiabá/MT Comandante põe fim a batalhões no Estado “Com essa medida de trazer para as ruas soldados e oficiais tenho certeza que o índice de marginalidade diminuirá consideravelmente. Está de parabéns este novo Comandante da PM, que teve peito para propor medidas que aumentam o número de PM’s nas ruas. Tem meu voto de confiança.” RICARDO VASCONCELOS, analista de sistemas, Cuiabá/MT [email protected] Índia pareci serve a seu povo pela educação “Uma índia interessada pelas causas sociais, estudiosa, pesquisadora. Esta é a prova de que todas as ‘raças humanas’ são capazes de realizar de tudo quando querem, portanto não é necessário quotas para esta ou aquela. Quantos brancos sequer concluem o ensino fundamental?” GILMAR MALDONADO ROMAN, historiador, Pontes e Lacerda/MT [email protected] Ferrovia: ALL inicia estudos “Ué, a ALL não viu isso antes? Antes de assumir a Concessão da União, cujo objetivo é justamente fazer (e não discutir) a ligação ferroviária ‘entre Cuiabá e Santa Fé do Sul (SP), Uberaba e Uberlândia (MG), Porto Velho(RO) e Santarém (PA)’? E a Lei do Senador Vuolo? Pode ser derrubada por um estudo ‘técnico’ de viabilidade econômica? Cuiabá é o maior centro produtor, consumidor, concentrador e distribuidor de cargas de Mato Grosso, quer queiram quer não. Basta ver que o trecho rodoviário de maior movimento do estado é o que liga Cuiabá a Rondonópolis, tanto que dizem haver verba para sua duplicação imediata. A discussão da falsa hipótese da chegada da ferrovia ser viável ou não, é estratégica em uma disputa geopolítica contra Cuiabá/Várzea Grande, fomentada por alguns grupos de interesses de Rondonópolis.” JOSÉ ANTONIO LEMOS DOS SANTOS, arquiteto e urbanista, Cuiabá/MT [email protected] *** “Pouca coisa do que aprendi nas escolas sei até hoje. Uma delas é a ‘famigerada’ tabuada. Com esse conhecimento, hoje dispensado pelas mega calculadoras, surpreendo-me com as dificuldades apontadas na matéria. São, na verdade, valores que ultrapassam a casa do bilhão; mas e daí? A qual cadeia produtiva interessa essa ferrovia? Quanto representará de incremento em suas atividades? E os governos - federal, estaduais e municipais - o que justifica tanta inércia? Só sabem comer no ‘P.F.’? ‘Quanto representará de atração de novos investimentos, nas áreas de abrangência dessa obra? Sem falar na própria! A solução seria as partes interessadas nessa ferrovia, no amplo sentido, se contraporem ao poderosíssimo ‘lobby’ das montadoras de veículos, todas indústrias e comércios aí agregados e seus políticos eleitos e mantidos por ele, para, então, equilibrarem forças. Quanto às partes interessadas, por que não criarem algo do tipo ‘associação’ para levantarem fundos destinados a complementar, ou até mesmo, bancarem os custos dessa obra e se ‘creditarem’, para futuro uso próprio e/ou cessão, de fretes junto à ‘dona’ dessa ferrovia? Comodismo ou analfabetismo ‘tabuático’ mesmo, pois, dizem, que pensar dói? Enquanto isso, um viva às montadoras e seus satélites, incluindo-se aí a ‘nossa’ Petrobras!” JOÃO GALDINO DE MEDEIROS, economista, Cuiabá/MT [email protected] Descoberta fábrica clandestina “É lamentável saber que além da facilidade que se tem neste país de se contrabandear e/ou descaminhar armas de fogo industrialmente fabricadas, agora - ou há muito tempo - temos que nos preocupar, também, com as armas fabricadas artesanalmente. Não meros revólveres ou pistolas, e sim arremedos (muito bem feitos e bem funcionais) de fuzis e metralhadoras; os quais, obviamente, além de serem utilizados para ‘matar polícia’, servem também para - de modo geral - amedrontar homens, mulheres e crianças deste país. Até quando!!!???” GUSTAVO HENRIQUE NASCIMENTO, policial civil, Maceió/AL [email protected]

Edição EDIÇÃO 16967




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Tanto faz. Em MT, os políticos não ligam para a obra
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