Sou favorável à concessão da maioria dos serviços público por entender que a função do Estado é mais fiscalizar do que executar, mas, convenhamos, saúde pública não, os interesses dos hospitais e clínicas particulares irão se sobrepor aos dos públicos, e nesse caso estamos lidando com vidas. Está ruim hoje? Sim, mas a solução passa longe de privatizar esse serviço. Daqui a pouco, vão privatizar a segurança pública também? RUBENS ALMEIDA, economista, Cuiabá/MT
[email protected] Militar reage a assalto e acerta criminoso na boca É minha gente, sempre diziam meus pais, tem horas em que o feitiço vira contra o feiticeiro, o tiro saiu pela culatra. Esse policial deu sorte, foi protegido pelas mãos divinaS. O crápula do ladrão saiu na pior. Bem-feito pra ele, aplausos para o policial! VERÍSSIMO LEMES DO NASCIMENTO, servidor público, Cuiabá/MT
[email protected] Cadê as grandes obras? Eu comemorei muito quando vi o anúncio da Fifa pela Globo Internacional de que Cuiabá seria uma das sedes da Copa de 2014, mas até agora, tirando o Verdão, não vi mais nenhuma melhoria na cidade. Já estive este ano 3 vezes por aí e até agora a única coisa que leio e ouço sobre a Copa são só escandalos! 2011 já acabou, restam só 2 anos e aí, quando realmente começarão as obras??? Não nos façam, por favor, passar vergonha mundialmente. Já diz o velho ditado: se não tem competência, não se estabeleça!!! ROBERTA S. FOLZ, adm. de empresas, Fürth/Alemanha Alunos de MT levam susto com a hipótese de cancelamento de Enem Não concordo com a transferência para o estado de MT. Veja o que aconteceu com o megaconcurso no fim da gestão BM e a Unemat. As universidades federais têm condições para elaborar aplicar e corrigir estas provas, que não lembra das notícias veiculadas na mídia local, de provas do Enem sendo entregues sábado à noite, com o motorista rodando Chapada dos Guimarães, procurando o responsável? Com a palavra, a magnifica reitora, Maria Lucia Cavalli, que trocou o vestibular pelo Enem para expandir o campus da UFMT e, no fim deste semestre, ainda há chamadas para preencher vagas nos cursos, inclusive Medicina. BENEDITA SILVA, Cuiabá/MT
[email protected] Obras no Pronto-socorro Vi a fotografias apresentadas pelo sr. Carlos Avalone, ao tentar defender a construtora que executou a gambiarra, no pronto-socorro de Cuiabá. Ora, até mesmo um leigo como eu perceberia (se quisesse) que as telhas usadas na referida obra são inadequadas, são telhas de apenas 4 milímetros de espessura, normalmente utilizadas em coberturas de barracos ou em galinheiros e chiqueiros, nunca em uma construção que chegou a ser chamada, pelo então prefeito e parceiro do deputado Avalone, Wilson Santos (aquele mesmo que vendeu uma rua para o Atacadão) de maior reforma já executada no pronto-socorro da Capital. Se a Câmara Municipal de Cuiabá, através de seus edis, tivesse algum compromisso com aqueles que os elegeram, teria visto no mínimo esse grave erro técnico. Imagine se utilizassem o poder fiscalizador que lhes é dado pelo mandato, o que não descobririam? Pensemos nisso. Novas eleições municipais se aproximam e dessa legislatura salva-se um, talvez dois. Já no Executivo não se salva nem o Galinho nem o Galinnnndo. LEANDRO PINTO DE OLIVEIRA FILHO, autônomo, Cuiabá/MT
[email protected] Finados, dia de desarmar Desarmar sempre é uma boa ideia, mas a bandidagem está cada dia mais armada e audaciosa, e o Estado cada dia menos competente para combatê-los e a Justiça cada dia mais branda com eles. Então, por favor, alguém me diga como me defender sem uma arma em casa. Nem de longe é a mehor solução, mas é a única que nos resta: nos armarmos até os dentes para proteger o nosso lar, e que Deus nos ajude. RUBENS ALMEIDA, economista, Cuiabá/MT
[email protected] *** Como seria bom se ninguém tivesse arma em casa, se não fosse o faz de conta que temos segurança, faz de conta que temos saúde, faz de conta que temos educação, e fazemos de conta que temos políticos honestos e fazemos de conta que somos felizes! ANTONIO DE SOUZA, comerciante, Cuiabá/MT
[email protected] *** Com todo respeito, ouso discordar da tese apresentada, já que hoje em dia para se ter uma arma em casa há uma burocracia enorme a ser preenchida e na grande maioria dos pedidos estes são negados pela Polícia Federal. Muito difícil hoje um cidadão de bem ter uma arma na sua casa devidamente legalizada. Existem, sim, armas frias nas mãos dos criminosos e esta falácia de que as armas do cidadãos vão parar nas mãos de criminosos é uma inverdade, devido à restrição imposta por lei. Acho que tudo deve ser provado com pesquisas e estatísticas. Fazer campanha usando este tipo de argumento como tese não passa de tentativa de justificar o injustificável, ou seja, a falta de trabalho sério no combate a violência por parte dos responsáveis pela segurança pública no Estado. Acho que esta Associação deveria era ir ao pronto- socorro municipal constatar a violência que o povo está sofrendo nos seus direitos. Mas que nada, este tipo de campanha é bem mais fácil, não afronta ninguém e só coloca a culpa no povo que sempre paga o pato pela deficiência do poder público em realizar ações sérias para nossa sociedade. Acho tudo isto uma tremenda hipocrisia midiática. ITACIR RODRIGUES DE CAMPOS, Cuiabá/MT
[email protected] Bispo comemora 25 anos de Arquidiocese Conheci o padre Piccinini, em Lorena, SP, na faculdade salesiana, onde eu era ex-aluno do colegio São Joaquim. Ele era humilde e andava só de bicicleta. Foi um grande exemplo para nós, de Lorena. DARWIN MARCONDES MONTEIRO, químico industrial, Lorena/SP
[email protected] Prática sexual na mata O sexo não tem problema nenhum, até porque vivemos num país laico que preserva a liberdade individual e sexual. O problema é que se pratica em público ofendendo a moral coletiva. O Estado deve agir no sentido de alertar e proibir essas práticas, mas sem o falso moralismo das igrejas que veem o sexo como algo sujo e pecaminoso. Não vivemos mais na idade média e não se deve meter Deus nisso, pois foi Ele o criador do sexo e quer que todos sejam felizes praticando-o com respeito e saúde. PAULO MUNHOZ, advogado, Cuiabá/MT
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