Ainda bem! Embora este governador tenha feito muito pouco para Araputanga! Deveria, inclusive, asfaltar os trinta quilômetros que ligam Jauru a Pontes e Lacerda que intensificaria o movimento por aquela rodovia, beneficiando não só Araputanga mas todas as cidades da região, como Jauru, Figueirópolis do Oeste, Quatro Marcos e Mirassol Do Oeste; o asfalto de Araputanga até Jauru foi um projeto do deputado Jair Benedetti, e realizado pelo ex-governador Dante de Oliveira. BENEDITO RUFINO DA SILVA, Cuiabá/MT brufino
[email protected] Prefeito inicia ajuste na equipe visando ao pleito 2008 Se a população exercer um pouco mais de controle sobre seus políticos, já deve saber que, em assuntos importantes como o Plano Diretor e o PAC do Saneamento, o prefeito Murilo Domingos sai muito na frente de seus mais importantes colegas e isso, à moda européia, sem fazer publicidade, nem demagogia... nem dormindo! Várzea Grande a caminho do primeiro mundo? Falta muito, .... mas deste jeito... JEAN M. VAN DEN HAUTE, consultor, Cuiabá/MT
[email protected] Vereador revela tarefa árdua É uma verdade o que foi comentado pelo nosso vereador, sabemos disto! Mas se o presidente do bairro não tem boca para reclamar, se não tem recursos próprios, é devido a políticas passadas, quando a posição dele como presidente de Associação foi denegrida! A Câmara de Vereadores tem que fazer este papel e não tem desculpa alguma, pois cada vereador foi eleito pelo povo e tem o seu salário gordo para não depender do Executivo e sim atender os anseios da população, que votou nele inclusive ajudado pelo presidente do bairro! GELTON OLIVEIRA, Cuiabá/MT
[email protected] Que insegurança é esta? Para muitas pessoas estar em casa é sinônimo de estar seguro, longe de violência ou qualquer sinal de perigo, mas de acordo com os índices da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo essa não é uma realidade. Ao contrário, o número de assaltos a condomínios residenciais triplicou nos três primeiros meses de 2007 em comparação com o mesmo período do ano passado. Apesar do Estado investir quase 3% de seu PIB, ou seja, cerca de R$ 9,3 bilhões para combater a criminalidade, moradores de casas e condomínios fazem usos dos mais variados equipamentos eletrônicos e muita tecnologia como biometria, circuitos de câmeras, alarmes, luzes com sensores de presença, vidros blindados, cerca elétrica, entre outras possibilidades na tentativa de se protegerem. Com tanta tecnologia, por que não estamos seguros? O problema pode estar no projeto arquitetônico ou na construção do imóvel. Isso porque, antes da realização de um projeto, deve ser feito um estudo da região em que se pretende construir o empreendimento para avaliar o impacto das variáveis externas como índices de criminalidade, atuação de quadrilhas, distância de postos policiais, rotas de fuga, taxa de desemprego e até mesmo o isolamento do local. Apenas após se conhecer os problemas externos é que é possível definir estratégias e aplicar técnicas de prevenção de crimes desde o anteprojeto, ou seja, nos primeiros desenhos feitos antes da aprovação da obra na prefeitura. Em parceria, os profissionais devem analisar aspectos importantes que podem fazer toda a diferença como vizinhança, perímetro, muros, paredes, portas, janelas, vidros, blindagem, iluminação, acessos de pedestres e de veículos, paisagismo, lay-out externo e interno, visibilidade, guaritas e posicionamento de vigilantes ou porteiros, além dos sistemas de segurança: alarmes, câmeras, etc. e a infra-estrutura necessária. Depois do imóvel pronto, devem ser implantados também os procedimentos de segurança integrados à tecnologia e recursos humanos como vigilantes, moradores e funcionários, etc. Porque tão importante quanto a utilização dos equipamentos eletrônicos de última geração que podem ser encontrados facilmente pelos consumidores é planejar e construir um empreendimento mais seguro, que dificulte e desestimule qualquer intenção da marginalidade. Hoje, a visão do mercado é míope, ou seja, a segurança é tratada, geralmente, na fase de acabamento da obra quando, na verdade, deve ser enxergada como investimento e sinônimo de qualidade de vida. Afinal, arquitetos e construtoras podem contribuir para a prevenção de crimes e ainda ter um diferencial competitivo em seus projetos, aplicando-se esses conceitos e técnicas internacionais com a assessoria de um especialista, ao invés de comprar somente os sistemas. DAVID FERNANDES é diretor da Previne Security