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ARTIGO
Terça-feira, 29 de Dezembro de 2009, 23h:30

LEITOR

Duplicação sem estudo

“Fui um dos que desde o início denunciou essa obra. Sei que ela é de suma importância para o desenvolvimento, porém ela parece estar sendo realizada apenas com interesse políticos, isso devido a pressa em que deram inícios a mesma. Executar obra na época de chuvas é ruim, custa caro, demanda mais maquinário e mão de obra, e claro, nesse caso específico, degrada o meio ambiente. Existem vários córregos no trecho dessa obra. Como a vegetação esta sendo erradicada e o solo revirado, todo esse material (vegetação e principalmente a terra) esta sendo “drenado” pela ação natural das chuvas para dentro desses veios d água. Aliás, essa é a função básica desses pequenos córregos. Ou seja, de drenar pela ação da topografia local toda a água que é captada pelo solo, e que não é absorvida pelo mesmo. Essa água vai correr por eles e consequentemente irá desaguar em outros córregos e depois nos rios. Porém, esses córregos estão ameaçados de perder a capacidade de escoamento dessa água pelo processo de assoreamento que estão sofrendo, por conta dessa obra. Além do mais, não existe estudo de impacto ambiental, termo esse de suma importância para dar-se início a uma obra desse tipo. Sem esse estudo a justiça tem o direito de paralisar as obras de imediato, suspendendo todas as ações até que se apresente toda documentação obrigatória para a execução da mesma.” VLADIMIR BOURET, servidor público, Cuiabá/MT *** “E se fosse um produtor que estivesse fazendo obras em sua propriedade, sem a conclusão do estudo ambiental concluído pela Sema, será que esse órgão iria tolerar sem aplicar multa?” JOSE DA SILVA, Cuiabá/MT [email protected] *** “Como será a duplicação na serra, no portão do inferno? Vão explodir as rochas para duplicar a ponte?” MILOMARQUES GOMES DE MORAES, vendedor de peças, Cuiabá/MT [email protected] *** “Com todo respeito às ‘exigências’ ambientais, mas o bem maior a ser protegido é a vida, alias, colocada em risco por todos que se utilizam desta rodovia. Tem mais é que começar e concluir esta duplicação, visto que aos ambientalistas de plantão a vida do ser humano é de sua menos importância. Parabéns ao governo pela iniciativa.” NIVEA MIGLIOLI, advogada, Cuiabá/MT [email protected] *** “Essa obra deve seguir em frente pois é pra bem de todos os utilizadores. Claro que um estudo terá de ser feito mas deixem a obra continuar e preservar as vidas humanas.” CARLOS HENRIQUE, técnico, Cuiabá/MT [email protected] Convenção se torna ato ‘pró-Silval’ “Caro repórter Jean Campos, Sirvo-me deste para esclarecer que o PCdoB esteve na convenção do PMDB, de forma institucional, atendendo atendendo um convite desta importante legenda. Na ocasião, tive a honra de fazer uso da palavra e, em nenhum momento, manifestei apoio à candidatura Silval Barbosa, conforme expressado nesta matéria. A posição que expressei é a de que o PCdoB não medirá esforços no sentido da construção de um arco de alianças tendo sob comando os partidos que dão sustentação ao Governo Lula. Inclusive, na ocasião, manifestei que o PCdoB também estava participando da articulação do movimento Mato Grosso Muito Mais, o qual possui certo consenso em relação ao nome do companheiro Mauro Mendes para a disputa majoritária de governo. Também manifestei que a conformação política ideal seria uma chapa democraticamente discutida e composta pelos partidos do arco de alianças do governo Lula, eventualmente, somada à outras agremiações, e sob um programa capaz de compatibilizar desenvolvimento, sustentabilidade e distribuição de renda. No mais, quero parabenizá-lo pela brilhante cobertura.” MIRANDA MUNIZ, Oficial de Justiça, Cuiabá/MT [email protected] Sindicância desaparece “Isto é ridículo!!! Soube que a prefeitura implantou um projeto de protocolo eletrônico. Na Procuradoria/Corregedoria não funciona? Alô ta na hora de modernizar!!!” MARIA SILVA, comerciante, Cuiabá/MT [email protected] *** “Na gestão de Wilson Santos tudo some. O partido dele passa mão no dinheiro do PAC, nada ele faz. Sempre quieto. E agora... O que aconteceu com processo?” RODRIGO PRATES, consultor contábil, Cuiabá/MT [email protected] *** “Gostaria de afirmar minha integridade e ética em toda minha carreira como Inspetor de Tributos. Não faço parte de ‘dupla’. Sou um cidadão honesto e, honestidade lá em casa é princípio. Fui alvo de um flagrante preparado mediante provas ilícitas ou sem autorização judicial. Sou um servidor exemplar na conduta. Um estudioso e pesquisador na área que trabalho. Sendo que minha qualidade e capacitação pessoal já trouxeram significativa contribuição ao município e a toda comunidade.” JORGE IDILSON SOUZA, servidor público, Cuiabá/MT [email protected] Senador aplica 83% da verba em rádios “Osvaldinho não gasta em publicidade. Nunca gastou, foi um caroneiro. As rádios em que ele ‘gastou’ a grana são dele mesmo, ou seja, o senador Sobrinho pega mesmo são as notas fiscais e mapa de mídia prá cobrar no Senado Federal... Vocês, da imprensa, sabem disso... Osvaldinho é e sempre foi muito esperto.” LUIS MEDEIROS, corretor, Cuiabá/MT [email protected] *** “Embora o suplente de senador seja indicado e não votado, suplente é sempre suplente, ou seja, um político banido pelo eleitorado e quando num acidente de percurso ou irresponsabilidade do titular da cadeira, dá nisso, só faz bobagem, e o eleitor que se lixe, ele quer e se arrumar em pouco tempo.” MOSSUETO, técnico em contabilidade, Caceres/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16967




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