É lógico que um dia os índices de desmatamento em Mato Grosso iriam de qualquer forma, seja com interdições do governo ou não, afinal, as matas já foram derrubadas e não existem mais a serem postas ao chão. O Governo se vangloria desta situação, o que não é correto, pois foi simplesmente a lógica que atuou para que os índices de desmatamento caíssem. RÉGIS RODRIGUES RIBEIRO, autônomo, Nova Canaã do Norte/MT
[email protected] Cedem aprova R$ 45,5 milhões em projetos para Mato Grosso O valor do recurso não é tão vultuoso, porém se bem aplicado conforme planilhamento da Sicme é evidente que trará ótimos resultados para a economia do setor e do Estado. Necessário é que os empresários que serão beneficiados com o recurso, sejam responsáveis na sua aplicação, para que haja o retorno almejado. GILMAR MALDONADO ROMAN, contador, Pontes e Lacerda/MT
[email protected] Denúncias são protocoladas no MP Só vou acreditar - embora isso não faça diferença às partes - na lisura das pretensões dos empresários quando fizerem à Sefaz uma das seguintes propostas: I - eliminar o Integral da modalidade de recolhimento do ICMS na barreira, mantendo-se as taxas de mark up - gostaram? - do decreto original e apurando-se o resultado final pelo então livro Registro de Apuração do ICMS - agora informatizado - e, recolhendo-se a diferença a maior, quando houver, ou tornando-se credor, se por um pagamento antecipado a maior. Pronto! Volta-se à legalidade do ICMS, que é uma forma de tributação sobre Valor Agregado, tanto que, em não havendo lucro, não haverá imposto a pagar, perdão, a recolher. II - recolher, por exemplo, 3% - apenas três por cento - sobre suas movimentações bancárias. Suas, claro, incluídos aí: esposa, filhos, genros, mui amigos, etc. Vamos parar com essa cantilena de mark up em dobro. Não terá que ser nem dobro nem metade. Terá que ser o real. Ah! Antes que me esqueça: E os R$ 13 milhões, vocês empresários, terão a desfaçatez de embolsar essa dinheirama toda, dos pobres consumidores pobres? Pilheriando: Dizem que políticos e empresários não tem problemas de coluna cervical. Dormem sem travesseiros; assim não correm o risco de por a cabeça no travesseiro e não dormirem. JOÃO GALDINO DE MEDEIROS, economista, Cuiabá/MT
[email protected] Santinhos apreendidos em lotérica Isso é apenas o começo do desrespeito à lei eleitoral. Enquanto essa mesma lei eleitoral for complacente para com seus infratores atos absurdos continuarão acontecendo. Ao cidadão comum sim, a lei é implacável! JOSÉ CEZÁRIO M. ASCHAR, bancário aposentado, Cuiabá/MT Sementeiras admitem fim do estoque Chega a ser patético quando vemos a discussão sobre plantio aí no MT, onde estão sendo discutida a disponibilidade de variedades para plantio. Aqui no Amapá, no próprio Mapa, falar-se no tema dá punições gravíssimas. Já propusemos estratégias de trabalho para tal, mas somos seguidamente coagidos por dirigentes ligados partidos poderosos da base de apoio do Governo Federal. É simplesmente vergonhoso o que os tais partidos da base de apoio do Governo Federal fazem dentro do Mapa no Estado do Amapá. Totalmente, contraproducente. MÁRCIO COSTA RODRIGUES, agrônomo, Macapá/AP
[email protected] Denúncias de compra de votos Corrupção eleitoral é algo abominável que deve ser extirpado e para coibir essa prática criminosa o MP e o Judiciário com o aval de setores da sociedade civil tem feito muito, porem não o suficiente. Receio, com fundadas razões, que a mala vai percorrer bairros pobres e das urnas infelizmente ainda sairão elementos desconhecidos, porem eleitos. Quem precisa de um tostão não denuncia barão. Conivência, cumplicidade e necessidade são os elementos que garantem a impunidade aos delinqüentes eleitorais. Tenho uma sugestão: que após as eleições o eleito endinheirado justifique os votos que tiveram em determinado bairro periférico, se lá ele era um estranho. Como conseguiu convencer tanta gente? De resto, parabéns a imprensa por denunciar e as autoridades por atuar com determinação. EDESIO DO CARMO ADORNO, advogado, Cuiabá/MT
[email protected] Pessoal da Sanecap sofre ameaças de um consumidor Acho que já passou da hora de órgãos da imprensa fazerem uma matéria sobre a Sanecap, pois o que esta havendo para mim não passa de uma quadrilha organizada, que em plena sexta-feira as 17:00 horas andam pelos bairros da cidade efetuando cortes, sem a mínima possibilidade do usuário sair ao banco para pagar seu debito como aconteceu comigo. e para falar a verdade, acho que o usuário não esta errado só errou em apontar a arma para pessoa errada, pois quem deveria passar por este constrangimento era seus chefes que ficam nos gabinetes brincando com coisa Pública, sendo que a taxa de religação é de R$ 45,00 em um País que o salário mínimo é R$ 415,00, aliais estive esta semana para reclamar na Sanecap e tive a surpresa de saber que a mesma é gerenciada por uma empresa de nome Idec, sendo que não avia um funcionário da estatal do municipal de Cuiabá, agora pergunto quem esta certo o povo ou o Idec? pois ao meu ver a Sanecap é sustentado pelo contribuinte e não uma empresa privado o qual eles pensam. JEFFERSON RONDON DE SOUZA, representante comercial, Cuiabá/MT
[email protected] Governo reduz em 60% preço de venda para "boi pirata" Pelo que foi noticiado, não foi o preço que inibiu lances, e sim a falta de informações sobre a qualidade do rebanho. O governo segue no erro e acabará vendendo gado a preço de banana. LUIZ AUGUSTO VICTORINO ALVES CORRÊA, administrador, Cuiabá/MT
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