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ARTIGO
Segunda-feira, 09 de Setembro de 2013, 20h:00

LEITOR

Desembargador afasta João Emanuel

“No meu ponto de vista, o ilustre Desembargador Dr. José Zuquim Nogueira teve muitas razões de sobra pra tomar essa decisão. É sangue novo no tribunal, e acima de qualquer suspeitas, a Justiça fazendo Justiça.” VERÍSSIMO LEMES DO NASCIMENTO, Servidor Público Municipal, Cuiabá/MT [email protected] *** “Assim como nós, simples eleitores, os atuais vereadores estão sentindo na própria pele o resultado de ‘eleição comprada’, não é??? Então vejamos: ficou claro, pelo menos para nós, o povo, que o ‘Genro do Riva’, se elegeu usando os mesmos ‘argumentos’ que o seu sogro utiliza, ou seja, dinheiro. Agora, depois de eleito os nossos ‘nobres’ estão vendo a porcaria, (pra não falar outra coisa), que fizeram, e agora? Ainda bem que eles podem retirar essa ‘tranqueira’, através da justiça, já nós, o povo, temos que esperar quatro longos anos para finalmente, errarmos de novo. Como diria o saudoso Gilson de Barros: pois não ééé ?” LEANDRO PINTO DE OLIVEIRA FILHO, autônomo, Cuiabá/MT [email protected] *** “Numa entrevista na TV, Mahon, fala sobre a permanência do genro do Riva na presidência através de liminar, e usa adjetivos nada comuns a um entrevistado, achei isso, de um baixo calão, tal qual a do ex-presidente, mesmo que afastado, mas há um ditado, tal pai, tal filho, neste caso tal sogro, tal genro. A vida continua.” LUIZ ARRUDA, Cuiabá/MT [email protected] *** “O grande deputado ‘Ulisses Guimarães’, certo dia, foi questionado por um repórter sobre o má qualidade dos representantes, ele respondeu: espere a próxima eleição que os eleitos serão ainda piores. Já se passaram oito meses e a afirmação do deputado vem se confirmando para os vereadores de Cuiabá. Em 2014 teremos nova eleição, porque não fazer uma emenda ou lei para unificar em uma só eleição (municipal, estadual e federal)? É só querer.” MARIO MARCIO DA COSTA E SILVA, eng.civil, Cuiabá/MT [email protected] Mais Médicos em MT: apenas 2 interessados “Enquanto o povo vai caindo pelas valas da indiferença de uma elite podre neste país, o corporativismo mostra claramente que o Brasil que eles querem é de quem possa pagar por saúde... Um dos males de nossa caixa de Pandora reside na péssima formação cívica que guardamos como herança intocável de nossa formação. Habita soberana entre nós uma enorme ausência de qualquer coisa como espírito público e republicanismo. Aspecto ressaltado por todos os nossos clássicos. Imediatamente, mesmo se consideramos que o projeto (mais médicos) foi apresentado de modo inábil, ou sem a devida discussão com a sociedade e com os movimentos sociais, a grande mídia não teceu nenhuma crítica à falta de civic culture dos nossos doutores. Ao contrário, em vez de se preocupar com a sorte dos sem-médicos, entrou em cena desqualificando completamente as propostas, e com isto reforçando o já poderosíssimo corporativismo médico. É vergonhoso milhões de brasileiros, povo sem voz e sem vez serem tratados como objetos de segunda mão, a vida tão citada nos juramentos não passa de uma simples palavra incluída em um discurso de formatura... Todos conhecem no Brasil a força dessa corporação e a ‘eficácia de sua voz’, para usar um conceito do economista Albert Hirchsmann. É bom lembrar que os que tiveram o privilégio de estudar nas universidades públicas – infelizmente no Brasil ingressar em uma universidade pública, e muito mais em um curso de medicina, constitui um privilégio, e não um direito universal – tiveram seu curso pago com dinheiro de todos nós. É o povo brasileiro que paga os doutorados e pós-doutorados no exterior e o resultado deste investimento da nação foi excelente: temos ótimos médicos. A medicina brasileira não deve nada aos melhores centros médicos de excelência mundial. Contudo, no interior deste processo de formação de médicos de alta qualidade técnica se oculta uma grande tragédia. Essa medicina está concentrada nas regiões ricas do país e serve a pouquíssimos brasileiros, ou melhor, serve aos ricos. Na outra ponta da nação existem milhões de brasileiros cujas vozes e grandes sofrimentos ninguém ouve, pois a grande mídia não fala deles, são invisíveis, são silenciados exatamente pela sua pobreza. Estes não têm médicos. É nojento sermos brasileiros, é nojento frequentarmos igreja, é nojento dizer que temos um deus, é nojento tudo isso por que por migalhas de dinheiro deixamos irmãos nossos morrerem simplesmente a míngua, por puro corporativismo... Que sejam Cubanos, portugueses, espanhóis ou de outras nações, que venham por que o povo humilde deste implora socorro.” LEO SANTOS, Cuiabá/MT [email protected] *** “E ainda vem sindicato, conselho etc e tal contestar a contratação de médicos do exterior. Para esse povo, a população que se lasque. O que importa mesmo é preservar o corporativismo desenfreado.” VALDECI MANSUR, Cuiabá/MT [email protected] Baiano Filho buscará curso de Agronomia na cidade de Sinop “Acho interessante que este curso seja oferecido em Sinop em seu formato noturno, com aulas práticas aos sábados. Há muitos técnicos e produtores em Sinop que precisam do conhecimento e da graduação que este curso proporcionaria. Porém em período integral não alcançaria este público, os quais, em sua grande maioria trabalham em horário comercial. Fiz alguns semestres de Agronomia em horário noturno em Anápolis-GO, e é um curso que tem muita qualidade, se aumentado para 5 anos, e complementado com as práticas aos sábados. Aproveito para convidar a todos os que partilham da minha opinião para comparecermos dia 13/09 no auditório da Unemat reivindicar também por este horário especial.” KLEBER MORALES, Pregoeiro em Licitações Públicas, Sinop/MT [email protected] Três são indiciados por fraudar CFO “Como neste concurso e muitos outros com certeza sempre tem fraude! Agora comprovado a fraude, esses policiais tem que ser exonerado do cargo e responder criminalmente pelo crime praticado. Pergunta que fica no ar será q para ser policial é exigida ficha de antecedentes criminal assim como é exigido em outros concursos...” JONATHAN RAMOS, estudante, Cuiabá/MT

Edição EDIÇÃO 16967




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