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Cuiabá MT, Terça-feira, 16 de Junho de 2026

ARTIGO
Sexta-feira, 04 de Dezembro de 2009, 00h:35

LEITOR

Cemat lidera ranking no Brasil

“Concordo. É um absurdo o preço da energia da Rede Cemat. Eu sempre paguei abaixo de 100 reais e de uma hora prá outra a minha conta subiu pra 180; 170, 150 e sinceramente eu não acho que gastei, enfim, se tiver alguma coisa errada eu espero receber meu dinheiro de volta.” HIRTO GERVASIO PEREIRA, motorista, Água Boa/MT [email protected] *** “Deveríamos entrar na justiça para recuperar este dinheiro cobrado indevidamente, as autoridades deveriam tomar as devidas providências e fazer uma campanha de orientação para a sociedade.” NELSON MARQUES, consultor, Cuiabá/MT [email protected] *** “As concessionárias de energia elétrica, diferentemente de muitos setores da economia, cada vez lucram mais, e a SOS Direitos Humanos já identificou o segredo deste ‘sucesso’, que são dois: 1) obrigam os consumidores a arcar com tributos federais que deveriam pagar, a saber: PIS/Pasep e Cofins, gerando também, um recolhimento a mais no ICMS e 2) desde 2002 – como detectado pelo Tribunal de Contas da União e CPI das Tarifas -, majoram além do devido os valores das tarifas de energia elétrica. E em face destas irregularidades que prejudicam apenas os consumidores, a SOS Direitos Humanos ajuizou duas Ações Civis Coletivas contra a Coelce, concessionária de energia elétrica no Ceará. Na primeira ação pede que seja obrigada a: 1) devolver em dobro os valores do PIS/Pasep e ICMS cobrados ilegalmente dos consumidores nos últimos 5 anos, 2) recalcular o ICMS e devolver os valores cobrados a maior. Na segunda ação, ajuizada no dia 04.11.2009, a ONG requer: 1) a devolução em dobro das tarifas de energia elétrica cobrada à maior nos últimos 5 anos, e 2) que a Coelce seja obrigada a corrigir o ‘erro’, bem como, aplicar nas contas vincendas de energia elétrica, os índices corretos, sob pena de pagamento diário de multa no valor de R$ 100.00,00. O consumidor que quiser habilitar nas ações deverá entrar em contato pelo email: [email protected]” OTONIEL AJALA DOURADO, advogado, Fortaleza/CE [email protected] *** “Os mais antigos se lembram do tempo em que se dizia que ‘energia cara é a energia que falta’. Isso foi na época quase do lampião de gás e hoje não se justifica a não ser o conluio da Aneel ao fixar equivocadamente uma tarifa com erros e o Governo do Estado que cobra o ICMS mais alto do Brasil, similar a cobrada a artigos supérfluos e de luxo. Entra governo, sai governo, sempre prometeram estudar este desvio de taxação, mas até hoje continua essa vergonha perdura e o mato-grossense é obrigado a pagar a energia elétrica mais cara do Brasil. Uma vergonha.” MARCELO MATTOS, empresário, Cuiabá/MT [email protected] Por Cuiabá “O cara para cuspir ódio gratuitamente é porque tem algo dentro dele que está em conflito. Talvez o fato de Mainardi ter um filho que tem problemas mentais ou mesmo pelo fato de ser profundamente rejeitado pela maioria da intelectualidade e faz da pirotecnia como forma de ganhar destaque. Respondemos a altura, com o silêncio de um sábio, afinal, a gravidade de uma ofensa depende da qualidade moral de seu autor.” ANTONIO CARLOS CANDIA JUNIOR, advogado, Cuiabá/MT [email protected] *** “O Diogo Mainardi é um jornalista conhecido como montaria, cavalgadura, alimária, besta, hospedeiro, pela sinonímia. Usa o espaço na revista, que também não é lá essas coisas, mas que vende bastante, para levar vantagem, no jargão ‘se deixa cavalgar’, coisas do jornalismo venal e cínico. Termos como escória, gentinha, gentalha, ralé, ignorante, analfabeto (vide Caetano, também da elite nordestina, como Mainardi, onde, recolheu Gilberto Freyre, um dito reza que lá ‘só tem duas famílias, o Cavalcantis e os Cavalgados’), cafona, fazem parte do vocabulário obscuro e reacionário, herdeiro do linguajar do coronelismo de jagunços, mesmo aquele que se julga ilustrado, em sua relação com os que julgava inferiores. Virou afetação psicossocial.” TADEU SILVA, historiador, Cuiabá/MT [email protected] Decisão do TRF afasta Julier da Pacenas “Quando se fala em estado democrático de direito parece que é uma coisa excelente e que tem por finalidade defender o cidadão de bem contra as maldades do poder constituído e dar direitos iguais para todos os cidadãos. No entanto, o que se vê é uma festa de argumentações que livram da cadeia boa parte dos bandidos de colarinho branco. Mesmo eles surrupiando desavergonhadamente o erário público, não se vê nenhum desvio voltar na íntegra para o Estado. Quando volta é uma pequena parte, e olha lá. A democracia está sendo usada para que um bando de espertalhões se aproprie do bem público e o transforme em privado. Quem vê o progresso fantástico de países por onde a democracia passa bem longe, como nos Emirados Árabes que constroem obras monumentais e estão transformando desertos em cidades luxuosas, investindo pesado no turismo, o qual já constitui a maior parte de sua fonte de renda, visto que antes só dependiam do petróleo e onde a segurança pública é plena e a justiça é aplicada rapidamente, começa a por em dúvida se a democracia é mesmo essa beleza que sempre foi propagada. Quem vê o progresso chinês com crescimento do PIB com até dois dígitos e onde os corruptos tomam a frente nos shows de execução pública, se pergunta quem está errado? Eles ou nós? Lembremos que foram eles os primeiros a sair da crise mundial. E quando se vê o TRF livrando bandidões que deviam pagar pelo que fizeram e colocar em xeque a integridade de um juiz como Julier, como se fosse ele quem tivesse praticado os desvios e não a turma do Pacenas, nada tem mais a fazer senão lembrar a histórica frase de De Gaulle: ‘O Brasil não é um país sério’. E não é mesmo.” ALCIR MARTINS ATAÍDES, funcionário público, Nobres/MT [email protected] Escutas telefônicas anuladas pelo TRF “Adivinha quem vai pagar pelos crimes dos quais são acusados??? ou extirpamos essa corja de ladrões do serviço público ou conviveremos com esses descalabros que ao raiar do dia nos indignam e nos enchem de vergonha ter que chamar ‘isso’ de ser humano.” LIA CÂNDIDA, Cuiabá/MT

Edição EDIÇÃO 16964




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