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ARTIGO
Terça-feira, 15 de Julho de 2014, 20h:39

LEITOR

Alemães dizem que sentiram pena do Brasil

“Tínhamos um futebol-arte, que virou futebol de ‘artistas’, com penteados extravagantes e chuteiras multicoloridas. Cada jogador se considera uma empresa, e vale tudo para aparecer e valorizar seus passes. Num golpe de azar em 1982 perdemos com uma seleção maravilhosa, de encher os olhos, mas mesmo assim resolveram mudar, ganhamos duas copas aos trancos e barrancos e achamos que esse era o caminho. Jogador que joga no Brasil não tem o menor valor, tem que ser ‘estrangeiro’. Taí o resultado: o maior vexame da nossa história no futebol, e dentro de casa gastando bilhões que poderiam ser melhor aplicados. Aliás, bilhões mal-aplicados e superfaturados, que são muito mais vergonhosos do que o resultado em campo. Como não temos o poder de modificar o resultado do jogo, vamos mudar essa cambada de chupins que ataca o dinheiro público”! RUBENS ALMEIDA, economista, Cuiabá/MT [email protected] *** “A seleção brasileira não perdia feio desde 1920, quando perdeu para o Uruguai por 6 a 0, mas foi durante 90 minutos de jogo. Dia desses, a nossa seleção foi aniquilada já no 1º tempo, quando perdia por 5 a 0. Durante todos esses jogos foi fácil perceber a fragilidade emocional dos jogadores e isso não é aceitável. Enfim, nada funcional. Porém, ficou a lição: não somos invencíveis”! JORGE GALCERAN, Cuiabá/MT [email protected] *** “Lembrei-me de quando éramos garotos, 10-13 anos, em Medianeira-PR, onde eu e meus irmãos (Dindo-Nego) jogávamos no campinho com os coleguinhas, a regra era: 5, vira; 10, ganha. Arnaldo Cezar Coelho, a Fifa descumpriu a regra, ainda bem. Uffaa!! EVERALDO JACARÉ, empresário, Cuiabá/MT [email protected] Golpes “Inocentes, os golpes só são concretizados porque do outro lado tem um mané, que pensa ser esperto e dança”. CARLOS BALLA, pol. civil, Cuiabá/MT [email protected] Lei obriga usar coletes e capacetes “Além de obrigar os peões de rodeio a usarem equipamentos de segurança, os ‘nobres’ deputados deveriam obrigar também os promotores e financiadores desse tipo de evento a respeitar os moradores e a natureza do entorno (sim, animais também precisam dormir!). É uma brutal agressão contra aqueles moradores que abominam a tortura de animais e gritarias histéricas de locutores (mulher histérica já é feio; homem, então... é ridículo!). Por incrível que pareça, ainda há pessoas (inclusive as que pagam impostos, como o IPTU, uma minoria em Chapada...) que preferem ler um livro, assistir a um filme, dormir ou simplesmente usar o cérebro para alguma coisa mais útil, mais interessante, mais edificante. Deixo aqui o meu mais veemente protesto contra a insuportável bagunça sonora que aconteceu nas três noites (três noites, três noites!) do último final de semana no bairro São Sebastião, em Chapada de Guimarães. Cheguei a ligar para a polícia, cobrando o cumprimento da lei do silêncio, mas já sei que isso nunca adianta! Estamos sós... totalmente desprotegidos, não temos a quem recorrer. O policial Vieira me respondeu que nada podia fazer porque ‘eles’ tinham o alvará da prefeitura. O problema, evidentemente, está na prefeitura (Quem autoriza? Paga-se alguma ‘taxa’? Para quem?), na Câmara de Vereadores, que não cumpre o seu papel de disciplinar esse tipo de coisa, e também na falta de cultura de certos comerciantes (um açougueiro, um dono de restaurante e a Águas Lebrinha (?!)...), além de uma parcela dos moradores, urgentemente carentes de educação em geral e em particular para a convivência com os outros. Chapada nunca será nada, pelo menos nada de bom, se não houver uma mudança de mentalidade. E isso, todos sabemos, só com a educação”! MARIA FÁTIMA R. MACHADO, professora, Cuiabá/MT [email protected] Turistas aprovam Cuiabá na Copa “Os números apresentados pela pesquisa sobre a satisfação dos turistas que visitaram Cuiabá durante a Copa podem até ser condizentes com a realidade, mas em se tratando de pesquisa encomendada pela Secopa, esses dados são altamente suspeitos. Só podemos acreditar que essa aprovação toda é verdadeira se for realizada uma pesquisa independente, sem a influência da Secopa”. JOSE RIBEIRO DA SILVA, consultor, Cuiabá/MT [email protected] A vaia “Insultos na Copa - ‘quem planta vento colhe tempestade’. Temos acompanhado ao longo de vários anos a pregação da luta política de classes sociais, de racismo, com agressões violentas aos administradores públicos. Lembramos que a genitora do presidente Itamar Franco foi vítima de agressão verbal por parte do grupo que atualmente ocupa o poder. Quem tem telhado de vidro que aguente as consequências, embora existam formas mais eficientes de conseguir resultados, como, por exemplo, as eleições. Quem estimula o ódio como forma de conseguir alguns votos deve estar pronto para receber os efeitos de sua pregação. Precisamos elevar o nível político das discussões sobre o futuro do nosso País. Não queremos regimes semelhantes ao de Cuba, Venezuela, Coréia do Norte...; queremos investimentos no território brasileiro, pois quem está pagando é o trabalhador brasileiro com seu trabalho suado. Agora foi noticiada a construção de porto marítimo no Uruguai. Enquanto isso, nossos terminais de embarque apresentam filas de espera de até 90 quilômetros. Os bandidos continuam invadindo as residências. As drogas sendo responsáveis pelo extermínio de parte da população, entrando no País pelas fronteiras que são pouco fiscalizadas. Vamos aguardar as eleições para poder saber os efeitos dos escândalos da Petrobras, do Mensalão, do decreto 8243 que tenta mudar o regime político brasileiro, e muitos outros que determinaram as manifestações da abertura da Copa pelos brasileiros”. ACIR CARLOS OCHOVE, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16967




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