Com tanto roubo, seqüestro, arrastões, bandidos só a abordagem da polícia para separar a pessoa de bem do criminoso, altas horas da noite se não abordar não vai se saber quem é o que faz se é pessoa de bem, tenho amigos policiais e eles bem relatam que é impessoal pode ser filho do presidente do Brasil, pode ser filho do trabalhador humilde José o tratamento é de igualdade pra todos, os tiros eram necessários, para parar o veículo sim, infelizmente atingiram o cidadão em atitude suspeita, quem não deve não teme, em Cuiabá ainda não se instalaram milícias e nem tampouco traficantes agem igual ao Rio de Janeiro, montando falsas blitz, usando viaturas clonadas, esse jovem está fora da nossa realidade, não concordo em tudo com a policia, mas o cidadão será que passou só em ruas escuras será que não viu os policiais fardados? Será que não viu mais viaturas? PLINIO SILVA, arquiteto, Cuiabá/MT
[email protected] *** Ouçam os policiais também, ninguém sai em sã consciência, para matar, tampouco para caçar os outros, servi na polícia e fui bem treinado, juramos proteger a sociedade, infelizmente as reações do ser humano diante de uma ação policial são diferentes, que se pese sem julgar se houve algum erro que se pese as atitudes das duas partes, não devemos eleger ou julgar vítimas e carrascos ambos tem família e idoneidade, reflitam sobre isso, erros ocorrem em todas as profissões e com todos os seres humanos, não deveriam mas ocorrem. PEDRO VAZ, policial aposentado, Cuiabá/MT *** Sorte que é filho de desembargador, porque se fosse uma outra pessoa, já estaria morta. JOSÉ PENHA, advogado, Cuiabá/MT Adolescente é morto após suposta briga de gangue Gostaria que as autoridades fizessem caminhadas pelos bairros e não passeata no centro da cidade contra a dengue, é uma vergonha os bairros é lá que esta a verdade o abandono, o descaso, a falta de infra-estrutura que é nosso direito em ter condições de moradia decente, mais aqui eles não vem fazer caminhada contra a dengue ficam só com demagogia, cadê nossos impostos IPTU, isto é falta do povo saber que para cobrar IPTU é preciso ter condições de moradia decente e não viver morando junto com lixo, o mosquito da dengue esta em todos bairros principalmente naqueles em que não tem saneamento básico e que em época de chuva fezes corre a céu aberto, olhe deixe de querer esconder o sol com a peneira e aplique o dinheiro em lugar certo, respeito o ser humano, assim teremos um mundo mais cheio de paz e tranquilidade, não venham com desculpa porque não existem mau comando e sim mau comandante, e vocês homens públicos são um deles, lembre-se que o povo é seu guia, é ele que lhe dá o direito em ser alguém na vida. MIRTES DE SERENO, do lar, Cuiabá/MT
[email protected] Fagundes alerta sobre novo cenário Sou do interior, mas não sou cego. O PR lançou o Silval para queimar (coitado), mandou o Mendes mudar PSB com o apoio do Dnit (Pagot). Colocou o DEM, que não queriam mesmo com eles, no colo do Wilson. Acionou a justiça para trancar o Riva (seria esse o maior obstáculo deles), com isso está mas fácil unirem com PSB (todos juntos novamente) ganharem as eleições com o Mendes, está tudo tão claro. Viu? é simples... só acompanhar. PAULO DE ARRUDA, estudante, Poconé/MT
[email protected] Igrejas O interessante é a proliferação maluca de igrejas evangélicas por todos os lados. Aqui em Nobres criaram, dentre tantas, uma chamada Luz para os Povos, ou para o Mundo, que até foi confundida com programa de luz do governo. Até se diz que tem mais igrejas do que botecos. Isso se dá em razão da facilidade em criar uma igreja. Por que não dão a mesma facilidade para abrir estabelecimentos comerciais que geram empregos à população, independente do credo religioso e sem exploração da fé alheia? Em cidades que as igrejas são isentas de taxas de água pode ver que o pastor mora nos fundos. Por que será? ALCIR MARTINS ATAÍDES, funcionário público, Nobres/MT
[email protected] Frontlight: Empresas barram limpeza na Justiça Desde suas colocações em meio aos jardins e canteiros centrais das avenidas em Cuiabá, os Fronts Light nos pareciam uma ameaça a meio ambiente. Como é possível um trambolho gigante se misturar com as árvores e flores e ainda se colocar como atrativo visual? É claro que as empresas necessitam de espaços para divulgarem seus produto e marcas, mas desta forma em Cuiabá, é claro que não somos a primeira cidade com estes problemas, porém, há que se tomarem medidas próprias para tanto, afinal aqui também temos leis a ser cumpridas. As normas são para todos, mais do que isso, precisam se adequar entre o que se pode e o que é possível fazer. O que está na lei é pra ser obedecido, (Dura Lex Sed Lex), portanto, a SMADES não existe somente pró-forma e sim para fazer valer as normas legais. As empresas que produzem os painéis têm capacidade pára prosseguirem com seus clientes encontrando junto ao órgão municipal os locais devidamente autorizados e assim colaborarem com o visual de nossa querida capital. LUCÉLIO COSTA GONÇALVES, bacharel em direito, Cuiabá/MT
[email protected] Maggi diz que não se contrapôs à CPI da Unemat Por ocasião da discussão do atual orçamento da Unemat e PCCs o Governador questionou para que servia a Unemat e afirmou que haviam problemas de gestão. A partir da publicação das leis (orçamento e PCCs) o reitor por diversas vezes ignorou a existência e atribuição dos seus órgãos colegiados, subestimou a importância do Congresso Universitário e ao ser pressionado pela comunidade acadêmica (época esta em que o deputado Alexandre Cesar tentou instalar uma CPI) ocorreu uma blindagem do Reitor. O megadesastre do megaconcurso e que expões o desastre da gestão Taisir, pode até ser minimizado por alguns (deputados, articulistas, entre outros que teimam em não querer ver o óbvio)mas não será esquecido nem pela comunidade academica, tampouco para os mais de 200 mil candidatos a algum cargo no serviço público estadual e a resposta aparecerá nas urnas. Afinal as eleições estão bem aí (Governo, Assembléia, Câmara, Senado e Unemat). ANA DE SOUZA, autônoma, Cuiabá/MT
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