Só dois presos na Pacenas não conseguiram liberdade
A defesa dos servidores de Várzea Grande presos na operação Pacenas, Milton Nascimento Pereira e Jaqueline Favetti, mantém a expectativa de que sejam apreciados hoje os pedidos de Habeas Corpus (HC) dos suspeitos, presos há nove dias. Eles são os únicos entre os 11 detidos na operação que ainda permanecem atrás das grades. Ontem, de acordo com informações de advogados, o desembargador Cândido Ribeiro, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, aguardava o envio de informações processuais por parte da Justiça Federal de Mato Grosso para orientar o julgamento dos dois HCs. Milton Pereira, que era presidente da comissão de licitações do município e foi afastado do cargo, e Jaqueline, membro da comissão, são suspeitos de operar internamente fraudes nas licitações do PAC. Anteontem, o mesmo desembargador do TRF acatou os pedidos de soltura de nove presos na operação: o ex-procurador-geral de Cuiabá, José Antônio Rosa, os servidores públicos de Cuiabá Ana Virgínia de Carvalho e Adilson Moreira da Silva e os empreiteiros Anildo Lima Barros, Jorge Pires, Carlos Avalone (ex-deputado), Marcelo Avalone, Luiz Carlos Richter e José Alexandre Shutze. (JS)