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Segunda-feira, 20 de Agosto de 2007, 21h:00

DNIT

Meta de Pagot é a criação de três rodovias em Mato Grosso

JULIANA SCARDUA
Da Reportagem
O ex-secretário de Educação, Luiz Antonio Pagot, pretende emplacar os projetos de criação de três rodovias federais em Mato Grosso caso convalide a nomeação à presidência do Departamento Nacional de Infra-estrutura dos Transportes (Dnit). Os empreendimentos vislumbrados contemplam o Norte e Sudeste do Estado, além da construção de corredor de escoamento interligando as regiões Leste e Oeste. A primeira proposta encampada por Pagot consiste na federalização da MT 100, estrada que liga os municípios de Alto Taquari, Barra do Garças e Cocalinho. Outro projeto trata da MT 170, que atravessa os municípios de Juína e Colniza e liga Mato Grosso a Rondônia. O terceiro plano aborda a construção de uma rodovia federal ‘Leste-Oeste’, a BR 251, permeando os municípios de Cocalinho, Planalto da Serra e Nobres. As três vias despontam em estudos estratégicos como pontes para a redução dos gargalos logísticos do Estado e o escoamento da produção regional. “Pretendemos entrar no Dnit para trabalhar com a idéia de formalizar essas novas rodovias até 2010”, observa Pagot. Ele lembra que as articulações pelo rol de novos projetos se somará às atenções voltadas para as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). “As prioridades de Mato Grosso são as do PAC, já estão traçadas, e agora nos empenharemos em outras soluções”. No programa federal foram inclusas, ao menos no discurso oficial, obras em rodovias, na ferrovia Ferronorte e hidrovia. O pacote já havia sido anunciado em janeiro, quando o PAC foi apresentado pelo governo federal, e endossado por ministros durante a visita do presidente Lula a Cuiabá há duas semanas. O pacote prevê reparos nas rodovias 163, 364, 158, 070 e a licitação e implantação da rodovia 242. No modal ferroviário, o governo assegurou o ‘empurrão’ em financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para que trecho da Ferronorte seja construído até Rondonópolis. Já a hidrovia Paraná-Paraguai contará com trabalhos de dragagem e derrocagem na via de escoamento (desobstrução do leito dos rios).

Edição EDIÇÃO 16958




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