Em nota, ONG se defende de pendências nos repasses
Em nota de esclarecimento divulgada ontem, o ex-coordenador-executivo dos convênios do Instituto Trópicos, Villi Seilert, rechaça as suspeitas de desvio de dinheiro público. Para ele, é criminosa a afirmação de que o Instituto Trópicos não prestou contas ao Poder Público. Do ponto de vista legal e ético uma mínima e prévia consulta às fontes documentais da Funasa, sanaria essa imputação. Segundo o ex-coordenador, eventuais pendências, das quais sabemos existir, referem-se à normalidade de forma e análise de alguns itens dos relatórios relacionados à obrigação imposta na devolução de CPMF e eventuais custas de mora na quitação de alguns títulos de prazo certo com fornecedores, decorrentes do atraso das transferências de parcelas por parte da Funasa. De acordo com Seilert, essas pendências seriam sanáveis. (JS)