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Cuiabá MT, Sexta-feira, 24 de Junho de 2022

POLÍTICA
Segunda-feira, 20 de Junho de 2022, 11h:00

MODAL POLÊMICO

STJ extingue ação da Prefeitura contra a implantação do BRT

O mandado de segurança foi extinto sem julgamento de mérito, por não atender às exigências processuais

Da Redação
Secom-MT
Dentre as intervenções propostas no edital, estão as construções de 46 estações, de um terminal na região do Coxipó e outro no CPA

Em decisão publicada no último dia 18, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) extinguiu um mandado da Prefeitura de Cuiabá, que requeria a suspensão imediata do processo de substituição do VLT (Veículo Leve Sob Trilhos) peloo BRT (Bus Rapid Transit), na Capital e em Várzea Grande.

A decisão de mudar o modal de transporte é do Governo do Estado, anunciada pelo governador Mauro Mendes (União Brasil), em 2020.

O mandado de segurança foi extinto sem julgamento de mérito, por não atender as exigências processuais.

Leia também:

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Na ação, o Palácio Alencastro alegou que o Estado está patrocinando o BRT sem consultar os municípios diretamente interessados - no caso, Cuiabá e Várzea Grande.

Também sustentou que, em 2009, ano em que Cuiabá foi escolhida cidade sede da Copa do Mundo de 2014, foi firmado o compromisso pelos entes federados de que a o VLT seria executado para percorrer os trechos CPA/Aeroporto e Coxipó/Centro.

POLÊMICA - A obra do BRT é uma das ações prioritárias pelo governador Mauro Mendes, que planeja conclui-la para melhorar o sistema de transporte público intermunicipal.

A implantação foi anunciada pelo governador em dezembro de 2020, e teve a licitação para as obras lançadas já em 2021.

Em março deste ano, ocorreu a abertura das propostas, quando o Consórcio Construtor BRT Cuiabá, liderado pela empresa Nova Engevix, sagrou-se vencedor.  

O novo modal é orçado em R$ 480,5 milhões - valor que já inclui a realização de todos os projetos básicos e executivos, licenças e outorgas necessárias, e implantação do BRT, com a construção de 46 estações de ônibus, dois terminais, e outras intervenções necessárias.


1 COMENTÁRIO:







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José Ribamar Trindade  20-06-2022 14:15:54
SEM VLT. SEM BRT - Na minha opinião, levantada através pessoalmente em uma pesquisa boca-a-boca, cara-a-cara dentro de ônibus em pontos de coletivos em Cuiabá e Várzea Grande, a Capital do Estado e a Cidade Industrial não precisam de VLT ou BRT. São duas cidades de portes pequenos e só precisam de ônibus sempre novos e com ar condicionado Os veículos alternativos só circulam pelo centra das cidades. Não entram nos bairros. Aliás, com o VLT, ou com o BRT, os passageiros vão ter sempre que usar os ônibus, para fazer integração. E quem vai pagar os ônibus? E quem vai pagar o VLT ou o BRT? As pessoas ouvidas na pesquisa que eu fiz, sugerem que ao invés de travarem uma guerra para ver que quem tem mais poder, que transformem os locais por onde passariam o VLT ou o BRT, em faixas de segurança para a caminhada de pessoas, com a colocação de aparelhos para exercícios físicos, como já existem em outras cidades, principalmente em Capitais. Inclusive, com o plantio de árvores nativa de dez em dez metros, para arborizar as faixas. Ai sim, segundo a pesquisa, Cuiabá e Várzea Grande teriam outra cara. Ficaram mais belas. Tá feita a sugestão...

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