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POLÍTICA
Quarta-feira, 03 de Agosto de 2022, 09h:56

ELEIÇÕES 2022

Grande dúvida sobre suplências esvazia as chapas ao Senado em MT

À exceção do PSol e do Patriota, os demais partidos com pré-candidaturas ao Senado não definiram seus suplentes

EDUARDO GOMES
Da Reportagem
Reprodução
Natasha Slhessarenko, Neri Geller e Wellington Fagundes tem chapas definidas, mas sem suplentes

Mato Grosso tem sete pré-candidaturas ao Senado, mas apenas duas definiram seus suplentes.

O oitavo nome à disputa deverá sair da federação PT, PCdoB e PV, que ainda não o definiu.

Pré-candidato à reeleição, Wellington Fagundes (PL) deixa em aberto suas suplências.

Segundo analistas, essa seria uma tática do senador para garantir sua presença no palanque do governador Mauro Mendes (União Brasil), candidato à reeleição.

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Wellington teria deixado ambas candidaturas para escolha por parte do grupo palaciano e, com isso, sacramentar o apoio do governante.

Além das suplências ao grupo de Mauro Mendes, o senador tem ainda um trunfo na manga: ele, regionalmente, preside o partido do presidente Jair Bolsonaro (PL), que terá o apoio do governador, em seu projeto de reeleição.

O deputado federal Neri Geller (PP) é pré-candidato ao Senado, com apoio do senador Carlos Fávaro (PSD), mas não definiu seus companheiros de chapa.

Gelleri, a exemplo de Wellington, também tentou dividir palanque com Mauro Mendes, mas, ao optar pelo apoio ao ex-presidente Lula da Silva, perdeu espaço.

O ex-deputado estadual e suplente de senador Jorge Yanai (DC) é pré-candidato ao Senado, e seu nome foi homologado ao cargo, em convenção, no domingo (31), mas ele ainda não tem chapa definida.

Segundo ele, a primeira suplência deverá ser ocupada por um nome do Agir, e a segunda permanece à espera de definição, o que deverá acontecer nesta quarta-feira (3).

Em 2010, Yanai foi eleito primeiro suplente do senador Wellington Fagundes.

O produtor rural e sindicalista Antônio Galvan (PTB) é pré-candidato ao Senado, mas não definiu sua chapa.

Galvan integra o grupo bolsonarista, e quer palanque com o presidente Bolsonaro.

A médica e estreante em política Natasha Slhessarenko (PSB) foi homologada ao Senado, na convenção de seu partido, no sábado (30).

Natasha, porém, não tem companheiros de chapa.

O líder do PSB, deputado estadual Max Russi, argumentou que os nomes somente seriam escolhidos após entendimento com Mauro Mendes, para que o mesmo abra espaço em seu palanque a Natasha.

A professora Enelinda Scala (PT) foi lançada pré-candidata em 29 de maio, no "Encontro de Tática" de seu partido, mas seu nome volatilizou-se.

Os petistas disputarão as eleições em federação com o PCdoB e o PV, mas não houve consenso entre os três partidos por um nome ao Senado.

CHAPAS – Somente duas chapas ao Senado estão definidas.

O Patriota lançou chapa partidária e evangélica com o vereador por Cuiabá Kassio Coelho, e os suplentes Pastor Osmário Daltro e a empresária e professora Andreia Beatriz Kroich,

O PSol em federação com a Rede Sustentabilidade oficializou seus filiados José Roberto Freitas, com os suplentes Enfermeiro Vanderley Guia e Manoel de Melo. 


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