Israelenses pedem maiores sanções da ONU contra Irã
A chanceler israelense, Tzipi Livni, afirmou ontem que as sanções da ONU (Organização das Nações Unidas) contra o Irã deveriam ser "reforçadas e ampliadas sem demora". "A comunidade internacional não deveria fechar os olhos [ante a ameaça iraniana]", disse Livni em uma reunião do Comitê Israelo-Americano de Assuntos Públicos, a maior organização pró-Israel dos EUA, durante uma visita a Washington. CONSELHO Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU - China, EUA, Rússia, França e Reino Unido - e a Alemanha discutem o projeto de uma resolução que visa endurecer as sanções contra o Irã por seu controvertido programa de energia nuclear. Em dezembro, o CS havia determinado que o Irã interrompesse o programa de enriquecimento de urânio até 21 de fevereiro, em troca da suspensão de sanções impostas ao país. O Irã, porém, ignorou a resolução. Teerã alega que suas atividades nucleares têm fins pacíficos, mas a ONU e os EUA temem que o país esteja querendo produzir armas.