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Sábado, 15 de Janeiro de 2022, 00h:00

TELEVISÃO

Karina Oliani busca cidade perdida no coração da floresta amazônica

Médica socorrista estrela nova série documental no Discovery: "A Maldição de Akakor"

PAOLA FERREIRA ROSA
Da Folhapress - Campinas
Karina Oliani

Karina Oliani, 39, médica, atleta e apresentadora brasileira, junta-se a um grupo de expedicionários para vasculhar a selva amazônica à procura de cidades ancestrais marcadas por lendas e mistérios. A aventura foi documentada na série "A Maldição de Akakor", do Discovery, que estreia no canal no dia 20 de janeiro, às 22h.

Em seis episódios, exibidos às quintas-feiras, a produção conta com uma equipe internacional formada pelo jornalista Paul Connolly, o geólogo Martin Pepper, o ex-agente do FBI Bobby Chacon, a especialista em sobrevivência Megan Hine e o especialista em tecnologia Brennon Edwards, além da própria Karina. O grupo refaz o caminho de três expedicionários que lá estiveram na década de 1980.

Na época, eles realizaram buscas pelas lendárias cidades-irmãs Akakor e Akahim, localizadas nas porções da Amazônia no Peru no e Brasil, respectivamente. Segundo a lenda, elas foram povoadas por uma civilização ancestral, com milhares de anos de história, e estariam protegidas pela floresta impenetrável. Consta que os três desapareceram sem deixar rastros.

Agora, o grupo entra na floresta guiado pelos relatos sobre Akakor na tentativa de descobrir se Akakor e Akahim ainda existem. A cada quinta-feira, o episódio correspondente vai ao ar também no streaming do Discovery+.

A jornada começa nas matas fechadas do Peru, a leste dos Andes, onde Akakor estaria localizada. De lá, eles seguem para a região Norte do Brasil —o suposto local onde estaria Akahim é também o último paradeiro conhecido dos expedicionários desaparecidos.

Em 1980, o americano John Reed desapareceu na floresta amazônica. Três anos depois, o suíço Herbert Wanner também sumiu na selva brasileira. Em 1987, foi a vez da alemã Christine Heuser. Além deles, em 1984, o jornalista alemão Karl Brugger, que apurava os mistérios de Akakor, foi morto a tiros no Rio de Janeiro.

 


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