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ECONOMIA
Terça-feira, 22 de Março de 2011, 20h:25

BANCO CENTRAL

Sinais de recuo na inflação

O comportamento de preços do mercado tende a “se deslocar para níveis compatíveis” com o centro da meta de inflação, de 4,5% ao ano, a partir do mês que vem, conforme afirmou ontem o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, ao participar de audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. Ele ressaltou, porém, que a inflação acumulada em 12 meses, que fechou fevereiro em 6,01%, deve permanecer em patamares elevados nos próximos seis meses. Mesmo que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mensal aponte para o centro da meta, até agosto ou setembro vai substituir percentuais baixos relativos aos meses correspondentes do ano passado. Tombini afirmou que a Selic tem poder para ajustar a demanda e afetar a trajetória de preços. Ele advertiu que uma redução não muito bem fundamentada da Selic pode gerar efeitos negativos na economia. O presidente do BC disse que as duas elevações da Selic este ano, que elevaram a taxa básica de 10,75% para 11,75% ao ano, fazem parte da política que visa a evitar que as pressões inflacionárias se propaguem para “horizontes mais longos”. Ele não quis falar sobre futuros aumentos da Selic, embora a própria ata da última reunião do Copom tenha sinalizado nesse sentido.

Edição EDIÇÃO 16958




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