O governador Blairo Maggi disse que recebe essa iniciativa do setor com muita alegria e essa decisão vai dar um impulso extraordinário ao MT Legal e todos irão ganhar com isso. Para ele houve uma conscientização por parte dos frigoríficos e produtores, pois a liderança já tinha tomado sua decisão, e eles entenderam que esse é o melhor caminho e que não é mais hora de indecisão, pois existem prazos a serem cumpridos dentro do Programa. O governador lamentou apenas a ausência do varejo. O diretor-executivo da Abiec, Otávio Hermont Cançado, disse que a assinatura desse documento vem reforçar a intenção das indústrias em acatar o MT Legal como ferramenta de regularização das propriedades rurais, dando respaldo jurídico a todos os elos da cadeia. Ele complementa que esse Programa possui todas as ferramentas necessárias para uma produção sustentável e em conformidade legal, além disso, reforça o papel da empresa e tranquiliza o mercado com posicionamento firme, com os envolvidos da cadeira produtiva, com o respaldo do poder público. INÍCIO A organização do segmento passou a ser tratada com maior velocidade depois da moratória da carne, no ano passado. As empresas Marfrig, Bertin e JBS-Friboi selaram compromisso de não comercializar carne bovina que venha de regiões desmatadas ou de preservação ambiental do bioma Amazônico. A postura foi anunciada após estudo divulgado pelo Greenpeace, A farra do boi na Amazônia, no qual revela que o desmatamento se deve à intensificação da atividade pecuária. (MP)