NA HORA
O jornal de Mato Grosso Facebook twitter youtube

Cuiabá MT, Sexta-feira, 24 de Junho de 2022

CUIABÁ URGENTE
Terça-feira, 21 de Junho de 2022, 09h:35

ASSEMBLEIA DE DEUS

Pastores articulam pré-candidaturas à AL, Câmara e Senado em MT

Da Redação
Deputado Sebastião Rezende

Deputado Sebastião Rezende: 5 mandatos, sempre apoiado por evangélicos e com atuação inexpressiva na ALMT

Pastores evangélicos em Mato Grosso - na maioria, devotos de Jair Bolsonaro (PL) -, em meio aos cultos e marchas, estão ativos nas articulações político-eleitorais.

Os bastidores onde são feitas essas articulações são a matriz e as filiais da Assembleia de Deus, maior igreja pentecostal do Estado.

A entidade contabiliza cerca de 500 mil fiéis, rebanho que, sem dúvida, significa um belo reduto eleitoral.

Leia também:

Vereador de Cuiabá se lança ao Senado como 'candidato dos cristãos'

Com base nisso, os cabeças da igreja, no Estado, trabalham para tentar eleger representantes na Assembleia Legislativa, na Câmara Federal e até no Senado.

Os pré-candidatos ungidos pelos nobres pastores, até esse momento, para a AL são: Thiago Silva (MDB) e Sebastião Rezende (União Brasil), que disputam a reeleição; o pastor Jackson Messias; e os empresários Chico Guarnieri, de Barra do Bugres, e Cláudio Ferreira, de Rondonópolis.

Para a Câmara, os nomes são o pastor Victório Galli (PTB) e o ex-vereador cuiabano Abílio Júnior (PL).

O vereador Kássio Coelho (Patriotas) deve disputar o Senado.

Victorio Galli desfila como "o amigo de Bolsonaro", principal mote de campanha.

Sebastião Rezende está no 5º mandato de deputado estadual, sempre apoiado pelos evangélicos.

Ao longo desses anos, sempre foi um parlamentar inexpressivo, do baixo clero.


Comentários







Preencha o formulário e seja o primeiro a comentar esta notícia

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site. Clique aqui para denunciar um comentário.




ENQUETE
Os casos de infecção por Covid voltaram a crescer em Mato Grosso. De quem é a culpa?
Do Poder Público, que "liberou geral" quando a pandemia diminuiu
De parte da população, que desconsiderou a necessidade da vacinação
Da Saúde Pública, que não intensifica campanha de conscientização
Das prefeituras, que decretaram o fim da obrigatoriedade das máscaras
PARCIAL