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Cuiabá MT, Quarta-feira, 29 de Junho de 2022

CUIABÁ URGENTE
Segunda-feira, 16 de Maio de 2022, 08h:23

'ESDRÚXULO'

Cuiabá recorre contra juiz que marcou pênalti inexistente no Morumbi

Da Redação

CBF

Alexandre Tavares

O árbitro carioca Alexandre Tavares teve uma atuação considerada desastrosa no jogo entre São Paulo e Cuiabá, no Morumbi

A diretoria do Cuiabá considerou "esdrúxula" a atitude do árbitro carioca Alexandre Tavares de Jesus, em marcar um pênalti inexistente a favor do São Paulo, no jogo disputado, na tarde de domingo (15), no Morumbi.

"Não há justificativas para a escalação de um novato para a partida de hoje, alterando o rumo de escolher árbitros qualificados para as partidas do Brasileirão", diz nota publicada pelo Dourado, nas redes sociais, após a partida.

Leia também:

Com pênalti inexistente e força do banco, São Paulo bate Cuiabá

O clube considerou que Alexandre Tavares de Jesus fez sua estreia "de forma esdrúxula, marcou um pênalti inexistente contra nossa equipe, deu-se ao luxo de não consultar o VAR sabe-se-lá-por-que, e ainda expulsou o atleta Jonathan Cafú, depois de não ter marcado nem falta no mesmo lance".

Veja a íntegra da nota:

O Cuiabá EC qualifica como inaceitável o que ocorreu hoje na arbitragem da partida contra o São Paulo FC, no Morumbi, pela Série A.

Não há justificativas para a escalação de um novato para a partida de hoje, alterando o rumo de escolher árbitros qualificados para as partidas do Brasileirão.

Não bastassem todas as dificuldades impostas pelos gigantes do futebol brasileiro, que insistem na fórmula de inflar seus ganhos às custas das equipes médias, temos que conviver com a escalação de um árbitro sem condições de apitar na elite do futebol brasileiro.

Alexandre Tavares de Jesus fez sua estreia de forma esdrúxula, marcou um pênalti inexistente contra nossa equipe, deu-se ao luxo de não consultar o VAR sabe-se-lá-por-que e ainda expulsou o atleta Jonathan Cafú depois de não ter marcado nem falta no mesmo lance.

O Cuiabá informa que fará protesto formal na CBF, embora saiba que este tipo de atitude dificilmente gere alguma consequência palpável.

A discussão da criação da Liga Brasileira de Clubes e o discurso de união precisam ter como fundamentos duas premissas: o fim da desigualdade financeira das receitas, hoje na proporção de oito para um, e a profissionalização da arbitragem.

Fora disso, o futebol brasileiro seguirá cada vez mais distante do esporte praticado em outras partes do mundo.

Cuiabá EC


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De parte da população, que desconsiderou a necessidade da vacinação
Da Saúde Pública, que não intensifica campanha de conscientização
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