No dia do acidente, o técnico de segurança da Petrobrás, José Armando Ribeiro, disse que o incêndio teria sido provocado pela falha no sistema de engate da bomba de abastecimento. O caminhão da Santa Rita, carregado com 35 mil litros de gasolina azul estaria repassando o produto para o reservatório. A válvula de engate da bomba teria rompido a borracha do amortecedor e liberado faíscas provocadas pelo atrito dos ferros. As faíscas teriam entrado em contato com os gases liberados pela tampa aberta do reservatório provocando a explosão, que simultaneamente atingiu o caminhão. A reportagem do Diário entrou em contato por telefone com a Petrobrás/Rio de Janeiro, e a assessoria de imprensa do órgão informou não que pretende comentar o relatório da Defesa Civil, já que ele não cita o nome da Petrobrás. Disseram ainda que vários técnicos da empresa estiveram em Cuiabá verificando as condições do acidente e que ainda não existe um relatório conclusivo sobre o assunto. O documento que formularam se restringiria a fazer recomendações de segurança à Santa Rita e seria de interesse interno. O coordenador em exercício da Infraero, Assis José de Campos, disse que não recebeu documentos explicando a explosão, que não fez qualquer solicitação nesse sentido e que suas atribuições se limitam a administrar e explorar comercialmente o serviço de aviação no aeroporto. Acreditamos que a polícia e que a empresa devem apresentar as explicações, disse Campos. (MO) LEIA TAMBÉM #LINK#43821#Defesa Civil aponta falhas em válvula como causa da explosão #LINK#43822#Petrobrás não se manifesta sobre o assunto #LINK#43824#Já são 73 dias sem explicações #LINK#43823#Vistorias devem ser feitas com freqüência