Na manhã desta quinta-feira (17/05/07), fiquei entre a surpresa e indignação quando li o comentário do radialista Ernandes Vieira, de Chapada dos Guimarães, na coluna Carta do Leitor deste conceituado veiculo de comunicação. Surpreso porque nada fiz para que fosse atacado de forma covarde e inconsistente por um assecla do prefeito Gilberto Mello, o qual não tem coragem de debater sua administração nem de garantir transparência nas contas e nos atos do Poder Executivo chapadense. Já a indignação se deve ao fato de que Ernandes Vieira omitiu propositalmente da Editoria de Opinião do jornal Diário de Cuiabá o fato de ser secretário de Agricultura de Chapada dos Guimarães e, portanto, assessor remunerado do senhor Gilberto Mello para atacar quem estiver incomodando. Sou homem de fé e, por isso, as agressões gratuitas não me atingem. Tenho uma história de luta por Chapada dos Guimarães e o povo é quem julga isso. Pra encerrar, da mesma forma com a qual respeito os demais pré-candidatos à Prefeitura de Chapada, exijo tratamento idêntico. ELIAS SANTOS PDT), economista, Chapada dos Guimarães/MT
[email protected] Sérgio não oficializou saída do PR Determinados políticos deveriam se decidir por sair da política. Não fazem diferença em quaisquer partido onde estejam. Fora políticos demagogos, que atiram alevinos no esgoto do rio Cuiabá. O que estes políticos demagogos fazem efetivamente pelo ambiente, além de usar a terceira idade para fazer jogo de cena na beira dos rios de Mato Grosso? MARCO ANTONIO MOURA, professor, Cuiabá/MT
[email protected] Atestados sob suspeita O meritíssimo sr. juiz poderia aproveitar e investigar também os abusos que esse medico vem cometendo há muitos anos, como perito do INSS. Incluem-se a: Marcos Vinícius, dr. Jaime e uma médica que também atua na Agência de Barra do Garças... Isso não é uma denúncia, mais sim uma reclamação de quem sofre até hoje as conseqüências da falta de ética médica aqui dessa cidade. Salvam-se alguns bons profissionais. JOSÉ DE SOUZA SOBRINHO, comerciário, Barra do Garças/MT
[email protected] Ex-tabeliã chega em ambulância do Bombeiros Com a transferência da sra. Helena Jacarandá para Cuiabá, tomara que ela melhore o seu quadro clínico e comece a responder em breve aos questionamentos do juiz federal Julier Sebastião da Silva, ou quem sabe entregar os lacraias maiores. Falar em dona Helena, ela estando na capital, fica mais perto para seu particular amigo e companheiro de todas as horas Humberto Bosaipo, lhe fazer uma visitinha. ANTONIO BORGES NETO (NETÃO), jornalista, Barra do Garças/MT noticiadosmunicí
[email protected] Meio ambiente Quando me matriculei no curso de pós-graduação em Educação Ambiental ministrado pelo Senac, (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial,) visava apenas a um namoro que sempre tive com o meio ambiente. Não tinha a noção da praticidade do conteúdo programático on-line, apenas carinho e vontade de estudar. Pareceu-me naquele primeiro encontro obrigatório com olhar de soslaio, como casais noviços. No decorrer do curso, ultrapassou a fase pré-adolescente e o relacionamento amoroso prosperaram. Seriamos injustos se citássemos que houve pequenos tropeços, pois qualquer casal está sujeito na vida, a tropeços. O caminho, traçado com leituras de revistas, de textos complementares, alguns longos, mais influentes, CD-rom. E-book, os trabalhos e as constantes pesquisas foram colocando pedras, mais pedras na calçada da paixão, da admiração e num relacionamento mais afetuoso, sedimentando o amor pelo curso, não permitindo reservar outro caminho que poderia ser o cadafalso da desistência. Ao peregrinarmos historicamente, que o homem precisou transferir matéria e energia do ambiente natural para sua vida diária, acelerando com isso o processo de sua ação numa atitude devastadora em relação a estes hábitos. Da importância das fases estudadas do conservacionismo, ao preservacionismo, da depredação à injustiça social, da inconsciência política ao modo de produção vigente, do antropocentrismo ao cartesianismo. Para interligarmos nessa metodologia aplicada com sabor de manga e pequi, e aprofundarmos nessa analise da dialética nos aspectos históricos, econômicos, culturais e ambientais. Não vou me ater no cumprimento do prazo do curso e nas minhas produções, reservo-me no direito de preocupar-me na continuidade apenas de enfocar sobre o belíssimo curso que foi e tem a finalidade maior, a formação do Especialista em Educação Ambiental. Convido aqueles que tiverem oportunidade que o façam. Os tutores tiveram participação e influencia invejável nesta caminhada, desde o primeiro contato com a leveza e paciência beneditina da Larissa no bloco 1 - Sociedade, Natureza e Desenvolvimento, ao sorriso juvenil e carinhoso da Érica, no bloco 2 - Princípios de Ecologia e Conservação da Natureza, passando pelo caráter singelo, meigo e romântico da Dolores, bloco 3, Meio Ambiente, Desenvolvimento e Cidadania. Não esquecendo o acompanhamento cuidadoso e profético da coordenadora Glauce. Nos olhinhos nipônicos entreabertos de ternura, da mestra e orientadora Lúcia, fizeram que compreendêssemos a importância de cada etapa. Enfim, um amplexo fraterno aos colaboradores administrativos, a cuiabaníssima Nazaret e o neocuiabano Gilsivan. Temos a sã consciência de que não resolveremos por nós só os complexos problemas ambientais, mas podemos influir decididamente para isso ao formarmos cidadãos com essa filosofia de seus direitos e deveres. Oswald de Andrade escreveu no manifesto da Poesia Pau-brasil que precisamos aprender o que a Floresta da Escola tem a nos ensinar. Hoje, sabemos que podemos avançar mais além da Floresta e da Escola os espaços possíveis de aprendizagem e das possibilidades da Educação Ambiental. O dez não é simplesmente a nota 10, é a constituição globalizada que se criou no entrelaçamento didático e harmonioso entre tutores e colegas, na vivência de um ano do conteúdo ao aprendizado, formando o anel que hoje se encontra entre os dedos do casal citado. JONY AUGUSTO PACHECO, servidor público estadual, Cuiabá/MT
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