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Cuiabá MT, Terça-feira, 09 de Junho de 2026

ARTIGO
Quinta-feira, 27 de Agosto de 2009, 08h:58

LEITOR

Mudança na rotatória é alvo de queixas

“Realmente a nova rotatória foi um erro grosseiro. Hoje mesmo o trânsito estava caótico naquela região por conta desta nova obra. Não sabia se prestava atenção no carro que faz o contorno ou no pedestre. Fui advertido pelo amarelinho. Mas realmente, só piorou o trânsito.” MARILSON MENDES RIBEIRO, comerciante, Cuiabá/MT [email protected] *** “Senhor prefeito, vossa excelência deveria fazer o dever de casa, fazer o que dita a Lei 10.257/01: elaborar o ‘Plano Setorial Estratégico de Transporte e Mobilidade do Aglomerado Urbano da Metrópole Cuiabana’ (Cuiabá/Várzea Grande), permitindo realizar projetos que realmente vão resolver os problemas. Fazer um viaduto soluciona um problema e cria mais dez outros problemas. Mais importante e mais urgente até que o VLT é a ‘Sala Metropolitana de Monitoramento da Mobilidade Urbana’ onde verdadeiros especialistas do transporte público, do trânsito, da defesa civil, dos bombeiros, do Samu e o Ciosp, vão atuar juntos para, além de intervir ao vivo no trânsito através de semáforos comandados e outros sistemas inteligentes, vão elaborar o ‘Plano Estratégico de Transporte e Mobilidade’ a partir de levantamentos em tempo real e simulações permitindo encontrar soluções justificadas abrindo a possibilidade para elaborar projetos com a adequada engenharia financeira e acatados pelos respectivos ConCidades envolvidos o que, desta forma vai dar acesso á recursos públicos e privados, nacionais e internacionais necessários para não ficar em obras inacabadas como é a improvisada Avenida das Torres. Esta Sala de Monitoramento é objeto de transferência de tecnologia, inacessível através do jeitinho politiqueiro brasileiro, sendo que se precisa de garantias políticas e de uma total transparência. É por isso que ‘tudo fica assim mesmo’.” JEAN M. VAN DEN HAUTE, consultor, Cuiabá/MT [email protected] Exploração da boa fé “O velho ópio do povo em discussão televisiva mais uma vez. Infelizmente a religião é o que em essência nos faz humanos: uma imensa força de vontade de parecer o que não é. Somos animais com a arrogância de sermos divinos, agimos baseados na nossa cultura humana e não nos nossos instintos, o que nos permite divagar, baseado apenas em nossa subjetividade, devaneios e a maldita esperança de nos reencontrarmos inteirinhos em outra vida. Somos alvos fáceis porque somos humanos, e não adianta criticar o bispo da universal, os outros pastores são apenas mais discretos e sigilosos, mas todos são iguais no quesito arrecadar para salvar. O Deus deles todos é o Deus ex-machina, não é essa entidade que nossos instintos apontam existir porque a natureza nos impressiona e por não sabermos decifrá-la nos jactamos na ligação com essa força suprema. O mal não está na universal, mas dentro de cada homem que se aproxima do mundo não natural, recusando-se a ser o que somos, animais iguais aos outros, apenas com a diferença de sermos petulantes o bastante para nos sentirmos filhos únicos no planeta azul.” FLAVIO BENEDITO DE SOUZA, funcionário público, Cuiabá/MT [email protected] *** “É a especulação imobiliária por um pedaço de terra no céu. Que ignorante-religioso-fanático paga mais por i$$o? Enquanto isso a vênus platinada e a emissora do bispo continuam sua ‘Guerra Religiosa’ pela maior e melhor audiência. Alguém por aí se habilita à franquia de alguma instituição religiosa? O negócio é lucrativo.” JOSÉ CEZÁRIO M. ASCHAR, bancário aposentado, Cuiabá/MT Juiz determina retorno de Faiad ao cargo “É lamentável a conduta do presidente da OAB, e não deixa de ser novidade esses indivíduos usam sua liderança para na grande maioria das vezes ‘traficar influência sim’. Agem sempre sobre a prerrogativa de representante e se aproximam dos magistrados a fim de cooptá-los com favores do tipo não deixo nenhuma representação encabeçada por advogados contra você prosperar ou mesmo passo a fazer incessantes críticas ao trabalho do magistrado sob a pecha de defender seus inscritos. Com essas atuações acabam por contribuir com o favorecimento pessoal desse dito ‘estrelas’... Presidente da OAB não pode advogar se não perde a independência como no caso concreto o Sr. Faiad. A todo tempo fazia críticas aos magistrados como presidente da OAB, no entanto ele advogava para os réus e tinha interesse no deslinde do feito... Portanto fico com o Julier... advocacia não é local para pessoas que crescem diante de favores e jeitinho...” JONAS FRANCO, Advogado, Cuiabá/MT [email protected] Vereadores de oposição vão pressionar pela CPI do PAC “Nossa! Que moral a Câmara de Vereadores tem para investigar alguma coisa, eles não conseguem olhar para o próprio ‘rabo’, quanto mais para o ‘rabo’ alheio. Vocês são bons só para fiscalizar casos conjugais, como foi do ex-vereador Ralf e a namorada do zero quilometro. Além do mais, até a presente data o prefeito vem agindo com muita clareza neste episódio.” RUBENS ALMIDA, economista, Cuiabá/MT [email protected] Prostituição infantil vira ‘cultura’ “Independentemente desse triste fato ter virado cultura ou não em Marcelândia, e independentemente de qualquer coisa o Diário está de parabéns pelo material produzido. O fato é real, os personagens são reais, a desgraça e degradação humana são reais. Vai ser preciso a ONU/Unicef ou algum organismo internacional acionar as autoridades aparentemente omissas não só desse município, mas os senhores Maggi, Lula, nossa bancada estadual e federal para que ouçam os gritos dessas crianças abusadas. Que Deus nos ajude a ser menos hipócritas, pois a responsabilidade é de todos nós.” JOSÉ SAN MARTÍN, jornalista, Cuiabá/MT [email protected] Serys quer extinguir TCEs “Já não era sem tempo. Até que enfim a senadora apresentou serviço. Se de fato acontecer a extinção desses verdadeiros ‘cabidaços’ de emprego, o país respirará melhor e o dinheiro até agora gasto com essas casas, certamente será melhor aproveitado em outras áreas onde o povo seja o verdadeiro beneficiado.” AÉCIO MONTEZUMA, funcionário público estadual, Cuiabá/MT [email protected]

Edição EDIÇÃO 16958




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